
“Completai a minha alegria, para que sejais de semelhante pensamento, tendo o mesmo amor, sendo de um acordo, de uma mente. BKJ — Filipenses 2:2
“Uni-vos é a ordem que ouço do Capitão de nossa salvação. Uni-vos. Onde há união há força. Todos os que estão ao lado do Senhor se unirão. Há necessidade de perfeita união e amor entre os crentes na verdade, e tudo que conduz à dissensão é do diabo. O Senhor quer que Seu povo seja um com Ele assim como os ramos são um com a videira. Então eles serão um uns com os outros. — Carta 6, 1899.” ME3 352.1
“Não há, porém, união entre o Príncipe da luz e o príncipe das trevas, e nenhuma conivência poderá haver entre os seus seguidores. Quando os cristãos consentiram em unir-se àqueles que não eram senão semiconversos do paganismo, enveredaram por caminho que levaria mais e mais longe da verdade. Satanás exultou em haver conseguido enganar tão grande número dos seguidores de Cristo. Levou então seu poder a agir de modo mais completo sobre eles, e os inspirou a perseguir aqueles que permaneceram fiéis a Deus. Ninguém compreendeu tão bem como se opor à verdadeira fé cristã como os que haviam sido seus defensores; e estes cristãos apóstatas, unindo-se aos companheiros semipagãos, dirigiram seus ataques contra os característicos mais importantes das doutrinas de Cristo. GC 45.1
“Depois de longo e tenaz conflito, os poucos fiéis decidiram-se a dissolver toda união com a igreja apóstata, caso ela ainda recusasse libertar-se da falsidade e idolatria. Viram que a separação era uma necessidade absoluta se desejavam obedecer à Palavra de Deus. Não ousavam tolerar erros fatais a sua própria alma, e dar exemplo que pusesse em perigo a fé de seus filhos e netos. Para assegurar a paz e a unidade, estavam prontos a fazer qualquer concessão coerente com a fidelidade para com Deus, mas acharam que mesmo a paz seria comprada demasiado caro com sacrifício dos princípios. Se a unidade só se pudesse conseguir comprometendo a verdade e a justiça, seria preferível que prevalecessem as diferenças e as consequentes lutas.” GC 45.3
O que parece ter causado a desunião na igreja? Para Paulo, qual era a solução? Fp 2:1-3
“Deus queria que Seu povo fosse disciplinado e levado à harmonia de ação, de maneira a terem o mesmo ponto de vista e serem de um mesmo espírito, julgando da mesma forma. A fim de produzir esse estado de coisas, muito há a fazer. O coração natural deve ser submetido e transformado. É desígnio de Deus que haja sempre um vivo testemunho na igreja. Será necessário reprovar e exortar, e alguns precisarão ser incisivamente repreendidos, segundo o caso o exigir. Ouvimos a alegação: “Oh, eu sou tão sensível! Não posso suportar a mínima repreensão.” Exprimissem essas pessoas devidamente o caso, diriam: “Sou tão voluntarioso, tão presunçoso, de espírito tão orgulhoso, que ninguém me ditará o que devo fazer; ninguém me censurará. Exijo o direito do julgamento individual; tenho o direito de crer e falar como me aprouver.” Não é vontade do Senhor que abdiquemos de nossa individualidade. Mas que homem é juiz competente sobre o limite até onde deva ser levada essa independência individual? T3 360.2
“Pedro exorta seus irmãos: “Semelhantemente vós, mancebos, sede sujeitos aos anciãos; e sede todos sujeitos uns aos outros, e revesti-vos de humildade, porque Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes.” 1 Pedro 5:5. Também o apóstolo Paulo exorta os irmãos filipenses à unidade e humildade: “Portanto, se há algum conforto em Cristo, se alguma consolação de amor, se alguma comunhão no Espírito, se alguns entranháveis afetos e compaixões, completai o meu gozo, para que sintais o mesmo, tendo o mesmo amor, o mesmo ânimo, sentindo uma mesma coisa. Nada façais por contenda ou por vanglória, mas por humildade; cada um considere os outros superiores a si mesmo. Não atente cada um para o que é propriamente seu, mas cada qual também para o que é dos outros. De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus.” Filipenses 2:1-5. E outra vez Paulo exorta os irmãos: “O amor seja não fingido. Aborrecei o mal e apegai-vos ao bem. Amai-vos cordialmente uns aos outros com amor fraternal, preferindo-vos em honra uns aos outros.” Romanos 12:9, 10. Escrevendo aos efésios, diz ele: “Sujeitando-vos uns aos outros no temor de Deus.” Efésios 5:21. T3 360.3
Quais orientações práticas Paulo apresentou para fortalecer a unidade na igreja? Leia Fp 2:3, 4
“Se o mundo vê harmonia perfeita na igreja de Deus, isto será poderosa demonstração aos seus olhos em favor da religião cristã. Dissensões, lamentáveis diferenças e insignificantes provações na igreja desonram nosso Redentor. Tudo isso se pode evitar mediante a entrega do próprio eu ao Senhor, e se os seguidores de Cristo obedecerem à voz da igreja. A incredulidade sugere que a independência individual nos aumenta a importância, que é fraqueza subordinar nossas idéias do que é direito e conveniente ao veredicto da igreja; ceder a esses sentimentos e pontos de vista, porém, não é seguro, levando-nos à anarquia e confusão. Cristo viu que a unidade e a comunhão cristã eram necessárias à causa de Deus, e portanto a recomendou aos discípulos. E a história do cristianismo de então para cá demonstra de modo conclusivo que unicamente na união está a força. Subordine-se o juízo individual à autoridade da igreja. T4 19.2
“Os apóstolos sentiram a necessidade de unidade estrita, e para esse fim trabalharam zelosamente. Paulo exortou nas seguintes palavras a seus irmãos: “Rogo-vos, porém, irmãos, pelo nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que digais todos uma mesma coisa, e que não haja entre vós dissensões; antes sejais unidos em um mesmo sentido e em um mesmo parecer.” 1 Coríntios 1:10. T4 19.3
“Ele escreveu também aos irmãos filipenses: “Portanto, se há algum conforto em Cristo, se alguma consolação de amor, se alguma comunhão no espírito, se alguns profundos afetos e compaixões, completai o meu gozo, para que sintais o mesmo, tendo o mesmo amor, o mesmo ânimo, sentindo uma mesma coisa. Nada façais por contenda ou por vanglória, mas por humildade; cada um considere os outros superiores a si mesmo. Não atente cada um para o que é propriamente seu, mas cada qual também para o que é dos outros. De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus.” Filipenses 2:1-5. T4 20.1
“Aos romanos, escreveu ele: “Ora o Deus de paciência e consolação vos conceda o mesmo sentimento uns para com os outros, segundo Cristo Jesus. Para que concordes, a uma boca, glorifiqueis ao Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo. Portanto, recebei-vos uns aos outros, como também Cristo nos recebeu para a glória de Deus.” Romanos 15:5-7. “Sede unânimes entre vós; não ambicioneis coisas altas, mas acomodai-vos às humildes; não sejais sábios em vós mesmos.” Romanos 12:16. T4 20.2
“Pedro escreveu às igrejas dispersas: “E, finalmente, sede todos de um mesmo sentimento, compassivos, amando os irmãos, entranhavelmente misericordiosos e afáveis. Não tornando mal por mal, ou injúria por injúria; antes, pelo contrário, bendizendo; sabendo que para isto fostes chamados, para que por herança alcanceis a bênção.” 1 Pedro 3:8, 9. T4 20.3
“E em sua epístola aos Coríntios, Paulo diz: “Quanto ao mais, irmãos, regozijai-vos; sede perfeitos, sede consolados, sede de um mesmo parecer, vivei em paz; e o Deus de amor e de paz será convosco.” 2 Coríntios 13:11. T4 20.4
Leia Filipenses 2:5. O que você acha que significa ter o “mesmo modo de pensar” de Cristo?
“Diz o salmista: “A revelação das Tuas palavras esclarece, e dá entendimento aos simples.” Salmos 119:130. Quando a verdade atua apenas sobre a consciência, ela cria muito desassossego; mas quando a verdade é convidada para adentrar o coração, o ser todo é levado em cativeiro a Jesus Cristo. Os próprios pensamentos são feitos cativos, pois a mente de Cristo opera onde a vontade é submetida à vontade de Deus. “Tende em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus.” Filipenses 2:5. Aquele a quem o Senhor liberta é de fato livre, e não pode ser levado em servil cativeiro do pecado. — Manuscrito 67, 1894. Mente, Caráter e Personalidade vol. 1. 324.3
“Por sua consciência, todo judeu sincero se convencia de que Jesus Cristo é o Filho de Deus, mas o coração, em seu orgulho e ambição, não se rendia. Mantinham uma oposição à luz da verdade, à qual estavam decididos a resistir e negar. Quando a verdade é considerada como tal apenas pela consciência, quando o coração não é estimulado e tornado receptivo, a verdade tão-somente agita a mente. Mas quando a verdade é como tal recebida no coração, ela passou através da consciência e cativou a alma por seus puros princípios. É posta no coração pelo Espírito Santo, que adapta a sua formosura à mente a fim de que seu transformador poder possa ser visto no caráter. — Manuscrito 130, 1897. Mente, Caráter e Personalidade vol. 1. 324.4
“Deus permite a todo ser humano exercer sua individualidade. Não deseja Ele que ninguém submerja a mente na mente de um semelhante mortal. Os que desejam ser transformados na mente e no caráter não devem atentar para os homens, mas para o divino Exemplo. Deus faz o convite: “Tende em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus.” Pela conversão e transformação devem os homens receber os sentimentos de Cristo. Cada qual deve permanecer diante de Deus com sua fé individual, sua individual experiência, sabendo por si mesmo que Cristo, a esperança da glória, está formado no íntimo. Imitarmos nós o exemplo de qualquer homem — mesmo alguém a quem considerássemos de caráter quase perfeito — seria o mesmo que pôr nossa confiança num defeituoso ser humano, alguém incapaz de comunicar um jota ou til de perfeição. — The Signs of the Times, 3 de Setembro de 1902. Mente, Caráter e Personalidade vol. 2. 428.2
Leia Filipenses 2:5-8, considerado um dos textos mais poderosos e belos das Escrituras. O que Paulo nos ensina nesse texto? Quais são as implicações dessas palavras? E, mais importante, como podemos viver, na prática, o ensino que ele nos apresenta?
“Devemos conservar diante da mente o Salvador que perdoa os pecados. Mas devemos apresentá-Lo em Sua verdadeira posição — vindo morrer para engrandecer a lei de Deus e torná-la gloriosa, e também para justificar o pecador que confia inteiramente nos méritos do sangue do Salvador crucificado e ressurreto. Isto não é explicado.” ME3 183.4
“Somos privilegiados em ver a Jesus como Ele é, em conhecê-Lo como Alguém cheio de compaixão, cortesia e divina delicadeza. Ele é bom e misericordioso e nos perdoará os pecados. DEle está escrito: ‘Pelo que convinha que em tudo fosse semelhante aos irmãos, para ser misericordioso e fiel Sumo Sacerdote naquilo que é de Deus para expiar os pecados do povo. Porque naquilo que Ele mesmo, sendo tentado, padeceu, pode socorrer aos que são tentados.’” TM 225.2
“Pela contemplação do incomparável amor de Deus, tomamos sobre nós a Sua natureza. Cristo foi um representante diante do homem e diante dos anjos, do caráter do Deus do Céu. Demonstrou Ele o fato de que quando a humanidade confia inteiramente em Deus, os homens podem observar os mandamentos e viver, e Sua lei pode ser como a menina dos olhos.” TM 226.2
“A humilhação do Homem Cristo Jesus é incompreensível à mente humana; mas Sua divindade e Sua existência antes que o mundo fosse formado, jamais podem ser postas em dúvida pelos que crêem na Palavra de Deus. O apóstolo Paulo refere-se ao nosso Mediador, o unigênito Filho de Deus que, num estado de glória subsistia na forma de Deus, Comandante de todas os exércitos celestes e que, quando revestiu de humanidade Sua Divindade, tomou sobre Si a forma de servo. Declara Isaías: “Um Menino nos nasceu, um Filho se nos deu, o governo está sobre os Seus ombros; e o Seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz; para que se aumente o Seu governo, e venha paz sem fim sobre o trono de Davi e sobre o Seu reino, para o estabelecer e o firmar mediante o juízo e a justiça, desde agora e para sempre.” Isaías 9:6-7. ME1 243.2
“Consentindo em tornar-Se homem, Cristo manifestou uma humildade que constitui a maravilha dos seres celestiais. O ato de consentir em Se tornar homem não seria humilhação, não fosse a exaltada preexistência de Cristo. Temos de abrir nosso entendimento a fim de compreender que Cristo pós de lado Suas vestes reais, Sua real coroa, Seu alto comando, e revestiu de humanidade a Sua divindade, a fim de que pudesse ir ao encontro do homem onde este se achava, e trazer à família humana o poder moral necessário para tornarem-se filhos e filhas de Deus. Para redimir o homem, Cristo tornou-Se obediente até à morte, e morte de cruz.” ME1 243.3
Como foi a humilhação de Jesus ao assumir a natureza humana? Leia Rm 8:3; Hb 2:14-18; 4:15
“A humanidade do Filho de Deus é tudo para nós. É a corrente de ouro que liga nossa alma a Cristo, e por meio de Cristo a Deus. Isto deve constituir nosso estudo. Cristo foi um homem real; deu prova de Sua humildade, tornando-Se homem. Entretanto, era Ele Deus na carne. Quando abordamos este assunto, bem faremos em levar a sério as palavras dirigidas por Cristo a Moisés, junto à sarça ardente: “Tira as sandálias dos pés, porque o lugar em que estás é terra santa.” Êxodo 3:5. Devemos aproximar-nos deste estudo com a humildade de um discípulo, de coração contrito. E o estudo da encarnação de Cristo é campo frutífero, que recompensará o pesquisador que cave fundo em busca de verdades ocultas.” ME1 244.1
“O Redentor do mundo passou pelo terreno onde Adão caiu por causa de sua desobediência à lei de Jeová. O Filho unigênito de Deus veio ao nosso mundo como homem, para revelar ao mundo o fato de que os homens, pelo poder divino, poderiam guardar a lei de Deus. Satanás, o anjo caído, havia declarado que nenhum homem poderia guardar a lei de Deus, e apontou para a desobediência de Adão como prova de que sua declaração era verdadeira. Mas o Filho de Deus colocou-se no lugar do homem, e passou pelo terreno onde Adão caiu, suportando tentações mais fortes do que jamais foram ou serão trazidas sobre a raça humana. Jesus resistiu às tentações de Satanás da mesma maneira pela qual toda alma tentada pode resistir ao maligno. Ele remeteu o tentador ao registro inspirado e disse: ‘Está escrito’ Cristo venceu as tentações como homem, confiando unicamente na palavra de Deus; e todo homem pode vencer como Cristo venceu.” Ellen G. White, Signs of the Times, 10 de abril de 1893, par. 2
“Não precisamos colocar a obediência de Cristo como algo para o qual Ele estava particularmente adaptado por causa de Sua natureza divina; pois Ele esteve diante de Deus como representante do homem, e foi tentado como substituto e fiador do homem. Se Cristo tivesse um poder especial que não fosse privilégio do homem possuir, Satanás teria tirado proveito disso. Mas a obra de Cristo foi tirar de Satanás o controle sobre o homem, e Ele só poderia fazer isso de maneira direta. Ele veio como homem, para ser tentado como homem, oferecendo a obediência de um homem. Cristo ofereceu obediência a Deus e venceu como a humanidade deve vencer. Somos levados a conclusões erradas por causa de visões equivocadas sobre a natureza de nosso Senhor. Atribuir à Sua natureza um poder que não é possível ao homem ter em seus conflitos com Satanás é destruir a completude de Sua humanidade. A obediência de Cristo a Seu Pai foi a mesma obediência que é exigida do homem. O homem não pode vencer as tentações de Satanás, exceto quando o poder divino opera através da humanidade. O Senhor Jesus veio ao nosso mundo, não para revelar o que Deus em Sua própria pessoa divina poderia fazer, mas o que Ele poderia fazer através da humanidade. Pela fé, o homem deve ser participante da natureza divina, e vencer toda tentação que o assedia. Foi a Majestade do Céu quem Se fez homem, quem se humilhou à nossa natureza humana; foi Ele quem foi tentado no deserto e quem suportou a contradição dos pecadores contra Si mesmo.” Ellen G. White, Signs of the Times, 10 de abril de 1893, par. 3
“Não devemos servir a Deus como se não fôssemos humanos, mas devemos servi-Lo como aqueles que foram redimidos pelo Filho de Deus; e pela justiça de Cristo estaremos diante de Deus perdoados, como se nunca tivéssemos pecado. Nunca obteremos força considerando o que poderíamos fazer se fôssemos anjos; mas, como filhos obedientes, devemos voltar em fé para Jesus Cristo e mostrar nosso amor a Deus por meio da obediência a Seus mandamentos. Jesus ‘foi em tudo tentado como nós, mas sem pecado’. Jesus diz: ‘Segue-me’. ‘Se alguém quiser vir após mim, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me’. Jesus guia o caminho. Não espere, permanecendo na desobediência, na esperança de que as circunstâncias mudem, tornando mais fácil obedecer. Avance, pois você conhece a vontade de Deus. ‘Ao que vencer, concederei que se assente comigo no meu trono, assim como também eu venci e me assentei com meu Pai no seu trono’ (Apocalipse 3:21).” Ellen G. White, Signs of the Times, 10 de abril de 1893, par. 4
“A humanidade de Cristo é chamada de ‘o santo nascido de ti.’ O registro inspirado diz de Cristo: ‘Ele não cometeu pecado,’ Ele ‘não conheceu pecado,’ e ‘nEle não havia pecado.’ Ele foi ‘santo, inocente, incontaminado, separado dos pecadores.’ Ele habitou entre os homens. Este testemunho acerca de Cristo mostra claramente que Ele condenou o pecado na carne. Nenhum homem pode dizer que está irremediavelmente sujeito à escravidão do pecado e de Satanás. Cristo assumiu as responsabilidades da raça humana, e os pecados de todos os que creem são imputados a Ele. Se comprometeu a ser responsável por eles. Obedeceu a cada jota e til da lei, para testificar diante dos mundos não caídos, diante dos santos anjos e diante do mundo caído, que aqueles que nEle creem, que O aceitam como sua oferta pelo pecado, que confiam nEle como seu Salvador pessoal, serão beneficiados por Sua justiça e se tornarão participantes da natureza divina. Ele testifica que, por meio de Sua justiça imputada, a alma crente obedecerá aos mandamentos de Deus.” Ellen G. White, Signs of the Times, 16 de janeiro de 1896, par. 7
"João apontou para Cristo, dizendo: “Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!” O Filho do Deus infinito não remove do homem sua obrigação de guardar todos os mandamentos de Deus. Mas com Cristo formado dentro de nós, o apóstolo declara: “E estais completos nele, que é a cabeça de todo principado e poder.” Todas as nossas transgressões são transferidas para Cristo. Aquele que não conheceu pecado foi feito pecado por nós, e o sem pecado é considerado pecador, para que a justiça de Cristo seja colocada sobre os indignos, de modo que o pecador arrependido seja declarado sem pecado diante de Deus. Mas se o homem se cega para a luz, endurece sua consciência e não reconhece a si mesmo como um pecador perdido e arruinado, necessitado de um Salvador, seu pecado permanecerá. Ele não crê no Filho unigênito do Deus infinito. Como Caim, recusa-se a oferecer a Deus o sangue do Filho de Deus. Ele se recusa a reconhecer que “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” Ellen G. White, Signs of the Times, 16 de janeiro de 1896, par. 8