O que mais Eu poderia ter feito?

Lição 11, 1º Trimestre, 8 a 14 de março de 2025.

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Sábado à Tarde, 8 de Março

Texto para Memorizar:

“Disse-lhe, então, Pilatos: Então és tu um rei? Jesus respondeu: Tu dizes que eu sou rei. Eu para isso nasci, e para isso vim ao mundo, a fim de dar testemunho da verdade. Todo aquele que é da verdade ouve a minha voz.” BKJ - João 18:37


“Por que Deus permitiu que Abraão sofresse com a fome

“Abraão continuou a viajar para o Sul; e de novo foi provada sua fé. Os céus retiveram a chuva, cessaram os ribeiros de correr nos vales, e a relva secou-se nas planícies. Os rebanhos e gado não encontravam pasto, e a morte pela fome ameaçava todo o acampamento. Todos estavam avidamente atentos para ver o que Abraão faria, ao sobrevir-lhe dificuldade após dificuldade. Enquanto sua confiança pareceu estar inabalável, pressentiam que havia esperança; estavam certos de que Deus era seu amigo, e de que ainda os estava guiando. EP 76.4

"Abraão manteve firme a promessa: 'Eu te abençoarei e engrandecerei o teu nome; e tu serás uma bênção.' Não permitiu que as circunstâncias abalassem sua fé na palavra de Deus. Para escapar da fome, desceu ao Egito. Em sua extremidade, não voltou para a terra caldeia de onde veio, mas procurou um refúgio temporário o mais próximo possível da Terra da Promessa." (EP 77.1) – Tradução Livre

"O Senhor, em Sua providência, trouxe essa provação sobre Abraão para ensinar-lhe lições em benefício de todos que, posteriormente, seriam chamados a suportar aflições. Deus não esquece nem abandona aqueles que confiam n'Ele. As provações que testam nossa fé mais severamente e fazem parecer que Deus nos abandonou são para nos aproximar de Cristo. Podemos colocar todos os nossos fardos aos Seus pés e experimentar a paz que Ele nos dará em troca." (EP 77.2) – Tradução Livre

"É no calor da fornalha que a escória é separada do verdadeiro ouro do caráter cristão. Através de provações rigorosas e próximas, Deus disciplina Seus servos. Ele vê que alguns possuem poderes que podem ser usados no avanço de Sua obra. Em Sua providência, Ele os coloca em posições que testam seu caráter e revelam fraquezas escondidas de seu próprio conhecimento. Ele lhes dá a oportunidade de corrigir esses defeitos. Mostra-lhes suas próprias fraquezas e ensina-lhes a depender d'Ele. Assim, são educados, treinados e disciplinados, preparados para cumprir o grandioso propósito para o qual suas habilidades foram concedidas. Anjos celestiais podem se unir a eles no trabalho a ser realizado na terra." (EP 77.3) – Tradução Livre

Domingo, 9 de Março

Cristo, o Vencedor


O que João 18:37 nos diz sobre a obra de Cristo em combater os enganos do inimigo? O que significa dizer que Jesus é rei?

“O governo sob que Jesus viveu era corrupto e opressivo; clamavam de todo lado os abusos — extorsões, intolerância e abusiva crueldade. Não obstante, o Salvador não tentou nenhuma reforma civil. Não atacou nenhum abuso nacional, nem condenou os inimigos da nação. Não interferiu com a autoridade nem com a administração dos que se achavam no poder. Aquele que foi o nosso exemplo, conservou-Se afastado dos governos terrestres. Não porque fosse indiferente às misérias do homem, mas porque o remédio não residia em medidas meramente humanas e externas. Para ser eficiente, a cura deve atingir o próprio homem, individualmente, e regenerar o coração. DTN 358.1

“Não pelas decisões dos tribunais e conselhos, nem pelas assembléias legislativas, nem pelo patrocínio dos grandes do mundo, há de estabelecer-se o reino de Cristo, mas pela implantação de Sua natureza na humanidade, mediante o operar do Espírito Santo. “A todos quantos O receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus; aos que crêem no Seu nome; os quais não nasceram do sangue, nem da vontade do varão, mas de Deus”. João 1:12, 13. Aí está o único poder capaz de erguer a humanidade. E o instrumento humano para a realização dessa obra é o ensino e a observância da Palavra de Deus.” DTN 358.2

“Disse-Lhe Pilatos: Logo Tu és rei? Jesus respondeu: Tu dizes que Eu sou rei. Eu para isso nasci, e para isso vim ao mundo, a fim de dar testemunho da verdade. Todo aquele que é da verdade ouve a Minha voz”. João 18:36, 37. DTN 513.4

“Cristo afirmou que Sua palavra era em si mesma uma chave que revelaria o mistério aos que estivessem preparados para recebê-Lo. Ela possuía em si um poder que a recomendava, e isso era o segredo da ampliação de Seu reino de verdade. Desejava que Pilatos compreendesse que unicamente recebendo a verdade e dela se apoderando, poderia ser restaurada sua arruinada natureza.” DTN 513.5

Segunda, 10 de Março

Justo e justificador


Leia Romanos 3:23-26. O que essas passagens revelam sobre a forma como Cristo destruiu as alegacões do diabo?

“Abundante graça foi provida para que o crente possa manter-se livre do pecado; pois todo o Céu, com seus recursos ilimitados, foi posto à nossa disposição. Devemos servir-nos da fonte da salvação. Cristo é o fim da lei, para justiça a todo aquele que crê. Em nós mesmos somos pecadores; mas em Cristo somos justos. Tendo-nos feito justos, mediante a imputada justiça de Cristo, Deus nos pronuncia justos e nos trata como justos. Considera-nos Seus filhos amados. Cristo atua contra o poder do pecado, e onde este abundava, muito mais abundante é a graça. Romanos 5:20. “Sendo pois justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo; pelo qual também temos entrada pela fé a esta graça, na qual estamos firmes, e nos gloriamos na esperança da glória de Deus.” Romanos 5:1-2. ME1 394.1

“Ao inclinar Cristo a cabeça e morrer, levou consigo as colunas do reino de Satanás para a Terra. Venceu a Satanás. — The S.D.A. Bible Commentary 5:1108. FQV 45.6

“Cristo submeteu-Se à crucifixão, se bem que o exército celestial O pudesse haver livrado. Os anjos sofreram com Cristo. O próprio Deus foi crucificado com Cristo; pois Cristo era um com o Pai. Os que rejeitam a Cristo, os que não querem que esse Homem reine sobre eles, preferem colocar-se sob o domínio de Satanás, fazer-lhe a obra como escravos. Todavia Cristo entregou Sua vida por eles no Calvário. — The S.D.A. Bible Commentary 5:1108. FQV 45.7

Leia Apocalipse 12:10-12 á luz de Gênesis 3:15. Essa passagem ajuda a compreender o significado cósmico da vitória de Cristo na cruz?

“Satanás viu que estava desmascarado. Sua administração foi exposta perante os anjos não caídos e o Universo celestial. Revelara-se um homicida. Derramando o sangue do Filho de Deus, desarraigou-se Satanás das simpatias dos seres celestiais. Daí em diante sua obra seria restrita. Qualquer que fosse a atitude que tomasse, não mais podia esperar os anjos ao virem das cortes celestiais, nem perante eles acusar os irmãos de Cristo de terem vestes de trevas e contaminação de pecado. Estavam rotos os últimos laços de simpatia entre Satanás e o mundo celestial. DTN 539.4

“Todavia, Satanás não foi então destruído. Os anjos não perceberam, nem mesmo aí, tudo quanto se achava envolvido no grande conflito. Os princípios em jogo deviam ser mais plenamente revelados. E por amor do homem, devia continuar a existência de Satanás. O homem, bem como os anjos, devia ver o contraste entre o Príncipe da Luz e o das trevas. Cumpria-lhes escolher a quem servir. DTN 539.5

Terça, 11 de Março

O cântico do Meu amado


Quem está falando em Isaías 5:1-4? A quem o texto se refere? Quem representa a vinha e o dono da vinha? O que significa o que o dono da vinha fez em favor dela? Quais são as consequências disso?

“O Senhor havia, por intermédio de Moisés, exposto perante o Seu povo os resultados da infidelidade. Recusando guardar Seu concerto, estariam se excluindo da vida de Deus, e Sua bênção não podia vir sobre eles. Às vezes essas advertências eram ouvidas, e ricas bênçãos eram concedidas à nação judaica e por meio deles aos povos em redor. Mas a maior parte das vezes em sua história eles se esqueceram de Deus, e perderam de vista seu elevado privilégio como povo que O representava. Roubaram-nO do serviço que deles requeria, e roubaram o próximo da guia religiosa e santo exemplo. Desejaram apropriar-se do fruto da vinha sobre a qual haviam sido postos como mordomos. Sua avidez e cobiça tornaram-nos desprezíveis aos olhos dos próprios pagãos. Assim deu-se ao mundo gentio a ocasião de interpretar mal o caráter de Deus e as leis de Seu reino. PR 5.26

“Com coração paternal Deus tratou com Seu povo. Argumentou com eles sobre bênçãos concedidas e bênçãos retidas. Pacientemente pôs perante eles seus pecados, e em espírito de demência esperou por seu reconhecimento. Profetas e mensageiros foram-lhes enviados para apresentar Seus reclamos aos lavradores; mas em lugar de serem bem recebidos, esses homens de poder e discernimento espiritual foram tratados como inimigos. Os lavradores perseguiram-nos e mataram-nos. Deus enviou ainda outros mensageiros, mas receberam o mesmo tratamento dispensado aos primeiros, com a única diferença que os lavradores mostraram ainda mais determinado ódio. PR 5.27

“A retenção do divino favor durante o período do exílio levou muitos ao arrependimento; não obstante após seu retorno à terra da promessa, o povo judeu repetiu os erros das gerações anteriores, e entrou em conflito político com as nações circunvizinhas. Os profetas a quem Deus enviara para corrigir os males prevalecentes, foram recebidos com a mesma desconfiança e escárnio com que foram tratados os mensageiros dos antigos tempos; e assim, de século em século, os guardas da vinha fizeram-se mais culpados. PR 5.28

“A excelente vide plantada pelo divino Lavrador sobre os montes da Palestina fora desprezada pelos homens de Israel, e finalmente foi lançada fora da vinha; tripudiaram sobre ela, pisaram-na a pés, e esperavam que a tivessem destruído para sempre. O Lavrador removera a vinha, e a ocultara de suas vistas. Plantou-a de novo, mas do outro lado do muro, e de tal maneira que o tronco não mais ficou visível. As varas pendiam sobre o muro, de maneira que se poderiam nelas fazer enxertos, mas o tronco mesmo foi posto fora do alcance do homem e de poder este causar-lhe dano. PR 5.29

“De especial valor para a igreja de Deus sobre a Terra hoje — os guardas de Sua vinha — são as mensagens de consolo e admoestação dadas através dos profetas que tornaram claro Seu eterno propósito em favor da humanidade. Nos ensinos dos profetas, Seu amor pela raça caída e Seu plano para a sua salvação claramente são revelados. A história do chamado de Israel, de seus sucessos e fracassos, sua restauração ao favor divino, a rejeição do Senhor da vinha e a execução do plano dos séculos por um bom remanescente a quem seriam cumpridas todas as promessas do concerto — tal foi o tema dos mensageiros de Deus a Sua igreja através dos séculos já passados. E hoje a mensagem de Deus a Sua igreja — aos que Lhe estão ocupando a vinha como fiéis lavradores — não é outra senão aquela expressa pelo profeta do passado: PR 5.30

“‘Naquele dia haverá uma vinha de vinho tinto; cantai-lhe.Eu, o Senhor, a guardo.E a cada momento a regarei;Para que ninguém lhe faça dano,De dia e de noite a guardarei.’ Isaías 27:2, 3.

“Espere Israel em Deus. O Senhor da vinha está mesmo agora reunindo dentre todas as nações e povos os preciosos frutos pelos quais tem há tanto tempo esperado. Logo Ele virá para o que é Seu; e nesse alegre dia, Seu eterno propósito para a casa de Israel será finalmente cumprido. “Jacó lançará raízes, e florescerá e brotará Israel, e encherão de fruto a face do mundo.” Isaías 27:6.” PR 5.36

Quarta, 12 de Março

A parábola do dono da vinha


Leia Mateus 21:33-39 tendo em mente a pergunta de Isaías 5:4. O que mais Deus poderia ter feito além do que já fez?

“‘Houve um homem, pai de família’, disse Cristo, “que plantou uma vinha, e circundou-a de um valado, e construiu nela um lagar, e edificou uma torre, e arrendou-a a uns lavradores, e ausentou-se para longe.” Mateus 21:33. PJ 149.3

“O profeta Isaías faz uma descrição dessa vinha: “Agora, cantarei ao meu amado o cântico do meu querido a respeito da sua vinha. O meu amado tem uma vinha em um outeiro fértil. E a cercou, e a limpou das pedras, e a plantou de excelentes vides; e edificou no meio dela uma torre e também construiu nela um lagar; e esperava que desse uvas boas, mas deu uvas bravas.” Isaías 5:1, 2. PJ 149.4

“O lavrador escolhe um pedaço de terra no deserto; cerca, limpa, lavra e planta-o de vides seletas, antecipando rica colheita. Espera que esse pedaço de terra, por sua superioridade ao deserto inculto, o honre pelos resultados de seu cuidado e serviço. Assim Deus escolheu um povo do mundo para ser instruído e educado por Cristo. Diz o profeta: “A vinha do Senhor dos Exércitos é a casa de Israel, e os homens de Judá são a planta das suas delícias.” Isaías 5:7. A este povo outorgou Deus grandes privilégios, abençoando-o ricamente com Sua profusa bondade. Esperava que O honrassem produzindo frutos. Deveriam revelar os princípios de Seu reino. No meio de um mundo decaído e ímpio deveriam representar o caráter de Deus. PJ 150.1

“O lavrador escolhe um pedaço de terra no deserto; cerca, limpa, lavra e planta-o de vides seletas, antecipando rica colheita. Espera que esse pedaço de terra, por sua superioridade ao deserto inculto, o honre pelos resultados de seu cuidado e serviço. Assim Deus escolheu um povo do mundo para ser instruído e educado por Cristo. Diz o profeta: “A vinha do Senhor dos Exércitos é a casa de Israel, e os homens de Judá são a planta das suas delícias.” Isaías 5:7. A este povo outorgou Deus grandes privilégios, abençoando-o ricamente com Sua profusa bondade. Esperava que O honrassem produzindo frutos. Deveriam revelar os princípios de Seu reino. No meio de um mundo decaído e ímpio deveriam representar o caráter de Deus. PJ 150.2

“Tinha a nação judaica o privilégio de representar o caráter de Deus como fora revelado a Moisés. Em resposta à súplica de Moisés: “Rogo-Te que me mostres a Tua glória”, o Senhor lhe prometeu: “Farei passar toda a Minha bondade por diante de ti.” Êxodo 33:18, 19. “Passando, pois, o Senhor perante a sua face, clamou: Jeová, o Senhor, Deus misericordioso e piedoso, tardio em iras e grande em beneficência e verdade; que guarda a beneficência em milhares; que perdoa a iniqüidade, e a transgressão, e o pecado.” Êxodo 34:6, 7. Este era o fruto que Deus desejava receber de Seu povo. Na pureza do caráter, na santidade da vida, na misericórdia, e amor, e compaixão, deveriam mostrar que “a lei do Senhor é perfeita e refrigera a alma”. Salmos 19:7. PJ 150.3

“Pela nação judaica era o propósito de Deus comunicar ricas bênçãos a todos os povos. Por Israel devia ser preparado o caminho para a difusão de Sua luz a todo o mundo. Por seguirem práticas corruptas perderam as nações da Terra o conhecimento de Deus. Contudo, em Sua misericórdia não as destruiu. Planejava dar-lhes a oportunidade de conhecê-Lo por intermédio de Sua igreja. Tinha em vista que os princípios revelados por Seu povo seriam o meio de restaurar no homem a imagem moral de Deus. PJ 150.4

“Para o cumprimento deste propósito, foi que Deus chamou Abraão dentre seus parentes idólatras, e lhe mandou habitar na terra de Canaã. “E far-te-ei uma grande nação”, disse, “e abençoar-te-ei, e engrandecerei o teu nome, e tu serás uma bênção.” Gênesis 12:2. PJ 150.5

“Os descendentes de Abraão, Jacó e sua posteridade, foram levados ao Egito para que no meio daquela grande e ímpia nação revelassem os princípios do reino de Deus. A integridade de José e sua maravilhosa obra em preservar a vida de todo o povo egípcio, era uma representação da vida de Cristo. Moisés e muitos outros eram testemunhas de Deus.” PJ 151.1

Quinta, 13 de Março

A Vindicação do Nome de Deus


Leia Romanos 3:1-4; Isaías 5:3, 4. Como Deus será vindicado no conflito cósmico? Que mais poderia Ele fazer para além do que já fez?

“'Que mais se poderia fazer à minha vinha, que eu não tenha feito por ela? Pergunta Deus. “Por que, quando eu esperava que produzisse uvas, produziu uvas bravas?” Quando Deus pediu frutos em sua estação, o povo judeu ficou surpreso com o fato de Ele esperar algo do gênero. Eles professavam ser o povo mais piedoso da Terra. Tinham sido contratados como guardiões e depositários da verdade, e deveriam ter usado os bens do Senhor para abençoar e beneficiar o mundo. Mas abusaram dos mensageiros que lhes foram enviados; e quando Deus enviou Seu Filho, o herdeiro da herança, colocaram-no na cruz do Calvário. Um dia eles verão o resultado de sua impenitência. Não serão mais ouvidas as súplicas do amor infinito, mas a ira do Cordeiro, o poder que desafiaram, cairá sobre eles como uma rocha, reduzindo-os a pó. RH 17 de Julho de 1900, par. 16 – Tradução Livre

"Qual é, pois, a vantagem do judeu? Ou qual a utilidade da circuncisão? Muita, em todos os sentidos: principalmente porque a eles foram confiados os oráculos de Deus.” Mas aquilo que deveria ter sido a sua maior bênção tornou-se a sua condenação, porque foram desobedientes, ingratos e impuros." (RH, 17 de julho de 1900, parágrafo 17) – Tradução Livre

Por que o nome de Deus será vindicado no fim? Que mais poderia Ele fazer para além do que já fez? Leia Apocalipse 15:3; 19:1-6.

“Todas as questões sobre a verdade e o erro no prolongado conflito foram agora esclarecidas. Os resultados da rebelião, os frutos de se porem de parte os estatutos divinos, foram patenteados à vista de todos os seres criados. Os resultados do governo de Satanás em contraste com o de Deus, foram apresentados a todo o Universo. As próprias obras de Satanás o condenaram. A sabedoria de Deus, Sua justiça e bondade, acham-se plenamente reivindicadas. Vê-se que toda a Sua ação no grande conflito foi orientada com respeito ao bem eterno de Seu povo, e ao bem de todos os mundos que criou. “Todas as Tuas obras Te louvarão, ó Senhor, e os Teus santos Te bendirão.” Salmos 145:10. A história do pecado permanecerá por toda a eternidade como testemunha de que à existência da lei de Deus se acha ligada a felicidade de todos os seres por Ele criados. À vista de todos os fatos do grande conflito, o Universo inteiro, tanto os que são fiéis como os rebeldes, de comum acordo declara: “Justos e verdadeiros são os Teus caminhos, ó Rei dos santos.” GC 670.3

“Perante o Universo foi apresentado claramente o grande sacrifício feito pelo Pai e o Filho em prol do homem. É chegada a hora em que Cristo ocupa a Sua devida posição, sendo glorificado acima dos principados e potestades, e sobre todo o nome que se nomeia. Foi pela alegria que Lhe estava proposta — a fim de poder trazer muitos filhos à glória — que Ele suportou a cruz e desprezou a ignomínia. E por inconcebivelmente grande que tivessem sido a tristeza e a ignomínia, todavia maiores são a alegria e a glória. Ele olha para os remidos, renovados em Sua própria imagem, trazendo cada coração a impressão perfeita do divino, refletindo cada rosto a semelhança de seu Rei. Contempla neles o resultado das fadigas de Sua alma, e fica satisfeito. Então, com voz que atinge as multidões congregadas dos justos e ímpios, declara: “Eis a aquisição de Meu sangue! Por estes sofri, por estes morri, a fim de que pudessem morar em Minha presença pelas eras eternas.” E sobe o cântico de louvor dos que estão vestidos de branco em redor do trono: “Digno é o Cordeiro, que foi morto, de receber o poder, e riquezas, e sabedoria, e força, e honra, e glória, e ações de graças.’” Apocalipse 5:12. GC 671.1

Sexta, 14 de Março

Estudo Adicional

“De Israel disse Deus: “Eu mesmo te plantei como vide excelente, uma semente inteiramente fiel: como pois te tornaste para Mim uma planta degenerada, de vide estranha?” (Jr 2:21). “Israel é uma vide frondosa; dá fruto para si mesmo” (Os 10:1). “Agora pois, ó moradores de Jerusalém, e homens de Judá julgai, vos peço, entre Mim e a Minha vinha. Que mais se podia fazer à Minha vinha, que Eu lhe não tenha feito? E como, esperando Eu que desse uvas, veio a produzir uvas bravas? AA 11.7

“‘Agora pois vos farei saber o que Eu hei de fazer à Minha vinha: tirarei a sua sebe, para que sirva de pasto; derribarei a sua parede, para que seja pisada; e a tornarei em deserto; não será podada nem cavada; mas crescerão nela sarças e espinheiros; e às nuvens darei ordem que não derramem chuva sobre ela. Porque a vinha do Senhor dos Exércitos é a casa de Israel, e os homens de Judá são a planta das Suas delícias; e esperou que exercessem juízo, e eis aqui opressão; justiça, e eis aqui clamor’ (Is 5:3-7). “A fraca não fortalecestes, e a doente não curastes, e a quebrada não ligastes, e a desgarrada não tornastes a trazer, e a perdida não buscastes; mas dominais sobre elas com rigor e dureza” (Ez 34:4). AA 12.1

“Os líderes judeus imaginavam-se demasiado sábios para necessitar de instrução, demasiado justos para necessitar de salvação e demasiado honrados para necessitar da honra que vem de Cristo. O Salvador afastou-Se deles para outorgar a outros os privilégios de que tinham abusado e a obra que haviam negligenciado. A glória de Deus tinha de ser revelada e Sua Palavra confirmada. O reino de Cristo tinha de ser estabelecido no mundo. A salvação de Deus tinha que se tornar conhecida nas cidades do deserto; e os discípulos foram chamados para fazer a obra que os líderes judaicos deixaram de fazer.” AA 12.2