Conhecendo a Deus

Lição 2, 2º trimestre, 4 a 10 de abril de 2026

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Sábado à Tarde, 4 de Abril

Memory Text:

“E esta é a vida eterna: Que eles te conheçam, o único Deus verdadeiro, e Jesus Cristo, a quem enviaste.” BKJ — João 17:3


“‘A vida eterna é esta’, disse Cristo, ‘que Te conheçam a Ti só por único Deus verdadeiro e a Jesus Cristo, a quem enviaste.’ João 17:3. Por que não reconhecemos o valor deste conhecimento? Por que não nos ardem no coração estas gloriosas verdades? Por que não nos tremem nos lábios e não nos penetram todo o ser? PJ 66.2

“Dando-nos Sua Palavra, Deus nos colocou na posse de toda a verdade essencial para a nossa salvação. Milhares extraíram água desta fonte de vida, todavia a provisão não diminui. Milhares puseram o Senhor diante de si e contemplando-O foram transformados à Sua própria semelhança. O espírito arde dentro deles ao falarem de Seu caráter, quando contam o que Cristo é para eles e o que são para Cristo. Mas, esses inquiridores não esgotaram estes grandes e santos temas. Milhares podem empenhar-se na obra de esquadrinhar os mistérios da salvação. Meditando sobre a vida de Cristo e o caráter de Sua missão, em cada tentativa de descobrir a verdade, raios de luz refulgirão mais distintamente. Cada novo estudo revelará algum ponto de interesse mais profundo do que já fora desdobrado. O assunto é inesgotável. O estudo da encarnação de Cristo, Seu sacrifício propiciatório e Sua mediação hão de, enquanto o tempo durar, ocupar o espírito do estudante diligente; e, contemplando o Céu com seus inumeráveis anos, exclamará: “Grande é o mistério da piedade.” 1 Timóteo 3:16. PJ 66.3

“Na eternidade estudaremos aquilo que nos teria aberto o entendimento se houvéssemos recebido a iluminação que nos era possível obter aqui. Através dos séculos infinitos o tema da redenção ocupará o coração, mente e língua dos remidos. Eles compreenderão as verdades que Cristo almejava abrir a Seus discípulos, e para cuja assimilação, porém, não tinham suficiente fé. Sempre e sempre nos serão reveladas novas visões da perfeição e glória de Cristo. Através dos séculos eternos o fiel Pai de família tirará de Seu tesouro coisas novas e velhas.” PJ 66.4

Domingo, 5 de Abril 

Uma imagem mais clara de Deus


Leia Gênesis 3:1-5. Qual foi o objetivo de Lúcifer ao conversar com Eva? Que mentiras ele contou sobre o caráter de Deus?

“Satanás, que havia incitado rebelião no céu, desejava levar os habitantes da terra a se unirem em sua guerra contra Deus. Adão e Eva tinham sido perfeitamente felizes em obediência à lei de Deus — um constante testemunho contra a alegação que Satanás havia sustentado no céu de que a lei de Deus era opressiva. Satanás determinou causar a queda deles, para que pudesse possuir a terra e aqui estabelecer o seu reino em oposição ao Altíssimo.”(HF 328.1) 

“A serpente declarou que se tornariam como Deus, possuindo maior sabedoria que antes, e sendo capazes de uma condição mais elevada de existência. Eva cedeu à tentação; e, por sua influência, Adão foi levado ao pecado. Aceitaram as palavras da serpente, de que Deus não queria dizer o que falara; desconfiaram de seu Criador, e imaginaram que Ele estava a restringir-lhes a liberdade, e que poderiam obter grande sabedoria e exaltação, por transgredir Sua lei.” GC 532.1

O fruto, naturalmente, agradava a ela, mas a tentação maior estava na ideia de ter a oportunidade de ser exaltada ao trono de Deus, de ser elevada à mesma posição à qual o próprio Lúcifer aspirava. Lúcifer devia acreditar sinceramente que seria como Deus se os anjos no Céu e os homens na terra apenas aceitassem receber ordens dele.

E assim vemos que o Diabo enganou Eva pelos mesmos motivos em que enganou a si mesmo e a seus anjos, sendo a única diferença que ele levou Eva a comer do fruto que ele próprio e seus anjos não comeriam. Consequentemente, Eva pecou também contra o seu próprio corpo, ao ingerir algo que não havia sido criado para alimento, e por isso morreu. Mas Satanás e seus anjos ainda vivem.

“O conhecimento que Deus não queria que nossos primeiros pais tivessem, era o conhecimento da culpa. E quando aceitaram as afirmações de Satanás, que eram falsas, introduziram-se em nosso mundo a desobediência e a transgressão. Essa desobediência à expressa ordem de Deus, essa crença na mentira de Satanás, abriu sobre o mundo as comportas da desgraça. Satanás tem continuado a obra iniciada no Jardim do Éden. Tem trabalhado vigilantemente, a fim de que os homens aceitassem suas afirmações como prova contra Deus. Tem ele trabalhado contra Cristo em Seus esforços para restaurar a imagem de Deus no homem, imprimindo-lhe na alma a semelhança divina.” ME1 214.2

Segunda, 6 de Abril 

God is Holy


Como os textos a seguir descrevem Deus? Leia Lv 20:26; 1Sm 2:2; Is 57:15; Ez 38:23

“Fui instruída a dizer aos alunos: Elevai-vos na busca de conhecimento, acima da norma estabelecida pelo mundo; segui por onde Jesus tem guiado. E aos professores, eu quero dizer: Acautelai-vos, não semeeis as sementes da incredulidade em mentes e corações humanos. Purificai-vos de toda contaminação da carne e do espírito. A suprema glória dos atributos de Cristo, é Sua santidade. Os anjos se inclinam diante dEle em adoração, exclamando: “Santo, Santo, Santo é o Senhor Deus, o Todo-poderoso” (Ap 4:8). Declara-se a Seu respeito que Ele é glorioso em Sua santidade. Considerai o caráter de Deus. Contemplando a Cristo, buscando-O com fé e oração, podeis tornar-vos semelhantes a Ele.” CP 402.2

“Os que experimentam a santificação bíblica manifestarão um espírito de humildade. Como Moisés, depois de contemplarem a augusta e majestosa santidade, vêem a sua própria indignidade contrastando com a pureza e excelsa perfeição do Ser infinito. GC 470.2

“O profeta Daniel é um exemplo da verdadeira santificação. Seus longos anos foram cheios de nobre serviço a seu Mestre. Foi um homem “mui desejado” do Céu. Daniel 10:11. Todavia, ao invés de pretender ser puro e santo, este honrado profeta, quando pleiteava perante Deus em prol de seu povo, identificou-se com os que positivamente eram pecadores em Israel: “Não lançamos as nossas súplicas perante Tua face fiados em nossas justiças, mas em Tuas muitas misericórdias.” “Pecamos; obramos impiamente.” Declara ele: “Estando eu ainda falando e orando, e confessando o meu pecado, e o pecado do meu povo.” E quando, em ocasião posterior, o Filho de Deus lhe apareceu a fim de lhe dar instrução, diz Daniel: “Transmudou-se em mim a minha formosura em desmaio, e não retive força alguma.” Daniel 9:18, 15, 20; Daniel 10:8. GC 470.3

“Quando Jó ouviu do redemoinho, a voz do Senhor, exclamou: “Por isso me abomino e me arrependo no pó e na cinza.” Jó 42:6. Foi quando Isaías viu a glória do Senhor e ouviu os querubins a clamar — “Santo, santo, santo é o Senhor dos exércitos” — que exclamou: “Ai de mim, que vou perecendo!” Isaías 6:3, 5. Arrebatado ao terceiro Céu, Paulo ouviu coisas que não era possível ao homem proferir e fala de si mesmo como “o mínimo de todos os santos.” 2 Coríntios 12:2-4; Efésios 3:8. Foi o amado João, que se reclinou ao peito de Jesus, e Lhe contemplou a glória, que caiu como morto aos pés de um anjo. Apocalipse 1:17. GC 471.1

“Não pode haver exaltação própria, jactanciosa pretensão à libertação do pecado, por parte dos que andam à sombra da cruz do Calvário. Sentem eles que foi seu pecado o causador da agonia que quebrantou o coração do Filho de Deus, e este pensamento os levará à humilhação própria. Os que mais perto vivem de Jesus, mais claramente discernem a fragilidade e pecaminosidade do ser humano, e sua única esperança está nos méritos de um Salvador crucificado e ressurgido.” GC 471.2

Terça, 7 de Abril 

Deus é Amor


O que 1 João 4:7-19 nos ensina sobre o amor?

“‘Deus é amor’. 1 João 4:8. Sua natureza, Sua lei, são amor. Assim sempre foi; assim sempre será. ‘O Alto e o Sublime, que habita na eternidade’ (Isaías 57:15), “cujos caminhos são eternos” (Habacuque 3:6), não muda. NEle “não há mudança nem sombra de variação’. Tiago 1:17. PP 8.1

“Toda manifestação de poder criador é uma expressão de amor infinito. A soberania de Deus compreende a plenitude de bênçãos a todos os seres criados.” PP 8.2

“Não é em virtude de um poder inerente que a Terra produz ano após ano sua abundância, e continua em seu giro ao redor do Sol. A mão de Deus guia os planetas, e os conserva em posição em sua bem ordenada marcha através dos céus. É por meio de Seu poder que verão e inverno, sementeira e sega, dia e noite se seguem em sucessão regular. É por meio de Sua palavra que a vegetação floresce, aparecem as folhas, desabotoam as flores. Todas as boas coisas que possuímos, todo raio de Sol e toda chuva, todo bocado de pão, todo momento de vida, é um dom de amor.” MDC 74.3

“Os filhos de Deus são os que partilham de Sua natureza. Não é a posição terrena, nem o nascimento, nem a nacionalidade, nem os privilégios religiosos, o que prova ser membro da família de Deus; é o amor, um amor que envolve toda a humanidade. Mesmo os pecadores cujo coração não se ache inteiramente cerrado ao Espírito de Deus, corresponderão à bondade; conquanto devolvam ódio por ódio, darão também amor por amor. É, porém, unicamente o Espírito de Deus que dá amor em troca de ódio. Ser bondoso para o ingrato e o mau, fazer o bem sem esperar retribuição, é a insígnia da realeza celeste, o sinal certo pelo qual os filhos do Altíssimo revelam sua elevada condição.” MDC 75.2

“A história do grande conflito entre o bem e o mal, desde o tempo em que a princípio se iniciou no Céu até o final da rebelião e extirpação total do pecado, é também uma demonstração do imutável amor de Deus.” PP 8.4

“O dom de Cristo revela o coração do Pai. Ele testifica que os pensamentos de Deus a nosso respeito são “pensamentos de paz, e não de mal”. Jeremias 29:11. Declara que, ao passo que o ódio de Deus para com o pecado é forte como a morte, Seu amor para com o pecador é ainda mais forte do que a morte. Havendo empreendido nossa redenção, não poupará coisa alguma, por cara que Lhe seja, se necessário for à finalização de Sua obra. Nenhuma verdade essencial à nossa salvação é retida, nenhum milagre de misericórdia negligenciado, nenhum instrumento divino deixado de ser posto em ação. Os favores amontoam-se aos favores, as dádivas acrescentam-se às dádivas. Todo o tesouro do Céu se acha franqueado àqueles que Ele busca salvar. Havendo coletado as riquezas do Universo, e aberto os recursos do infinito poder, entrega tudo nas mãos de Cristo, e diz: Tudo isso é para o homem. Serve-Te de tudo isso para lhe provar que não há amor maior que o Meu na Terra e no Céu. Sua maior felicidade se achará em Me amar ele a Mim. DTN 31.2

“Na cruz do Calvário, o amor e o egoísmo encontraram-se face a face. Ali teve lugar sua suprema manifestação. Cristo vivera unicamente para confortar e beneficiar, e, ao levá-Lo à morte, Satanás manifestou a malignidade de seu ódio contra Deus. Tornou evidente que o real desígnio de sua rebelião, era destronar o Senhor, e destruir Aquele por meio de quem o Seu amor se manifestava.” DTN 31.3

“Quando chegou a plenitude dos tempos, as janelas do céu se abriram, e sobre o mundo foi derramado um dilúvio de graça celestial. Deus concedeu ao nosso mundo o maravilhoso dom de Seu Filho unigênito. À luz desse ato, jamais poderia ser dito pelos habitantes de outros mundos que Deus poderia ter feito mais do que fez para demonstrar Seu amor pelos filhos dos homens. Ele fez um sacrifício que desafia toda medida. Para salvar uma raça caída, Ele derramou todo o tesouro do céu em um único dom.” (RH, 3 de janeiro de 1907, par. 11)

Quarta, 8 de Abril 

Deus e a criação


Compare as descrições de Deus em Gênesis 1:1 e Gênesis 2:7. O que você percebe?

“Pai e Filho empenharam-Se na grandiosa, poderosa obra que tinham planejado — a criação do mundo. A Terra saiu das mãos de seu Criador extraordinariamente bela. Havia montanhas, colinas e planícies, entrecortadas por rios e lagos. A Terra não era uma extensa planície, mas a monotonia do cenário era quebrada por montanhas e colinas não altas e abruptas como hoje são, mas de formas regulares e belas. As rochas altas e desnudas não podiam ser vistas sobre ela, mas estavam debaixo da superfície, correspondendo aos ossos da Terra. As águas estavam distribuídas regularmente. As montanhas, as colinas e as belíssimas planícies eram adornadas com plantas, flores e árvores altas e majestosas de toda espécie, muitas vezes maiores e mais belas do que são agora. O ar era puro e saudável, e a Terra parecia um nobre palácio. Os anjos deleitavam-se e regozijavam-se com as maravilhosas obras de Deus. Exaltai-O (Meditação Matinal de 1992) 40.3

“Depois que a Terra foi criada, com sua vida animal, o Pai e o Filho levaram a cabo Seu propósito, planejado antes da queda de Satanás, de fazer o homem à Sua própria imagem. Eles tinham operado juntos na criação da Terra e de cada ser vivente sobre ela. E agora disse Deus a Seu Filho: “Façamos o homem à nossa imagem.” Gênesis 1:26. Ao sair Adão das mãos do Criador era de nobre estatura e perfeita simetria. Tinha mais de duas vezes o tamanho dos homens que ora vivem sobre a Terra, e era bem proporcionado. Suas formas eram perfeitas e cheias de beleza. Sua cútis não era branca ou pálida, mas rosada, reluzindo com a rica coloração da saúde. Eva não era tão alta quanto Adão. Sua cabeça alcançava pouco acima dos seus ombros. Ela, também, era nobre, perfeita em simetria e cheia de beleza.” Exaltai-O (Meditação Matinal de 1992) 40.4

Quinta, 9 de abril 

Emanuel, Deus conosco


Em Mateus 1:23, Jesus recebeu um nome específico. Por que isso é tão importante para compreendermos o caráter de Deus? Leia também Mateus 28:20, especialmente a última parte do versículo. Compare as duas passagens. O que você percebe?

“Ele será chamado pelo nome de Emanuel (que quer dizer: “Deus conosco)”. Mateus 1:23. O brilho do “conhecimento da glória de Deus” vê-se “na face de Jesus Cristo”. Desde os dias da eternidade o Senhor Jesus Cristo era um com o Pai; era “a imagem de Deus”, a imagem de Sua grandeza e majestade, “o resplendor de Sua glória”. Foi para manifestar essa glória que Ele veio ao mundo. Veio à Terra entenebrecida pelo pecado, para revelar a luz do amor de Deus, para ser “Deus conosco”. Portanto, a Seu respeito foi profetizado: “Será o Seu nome Emanuel”. Isaías 7:14. DTN 9.1

“Vindo habitar conosco, Jesus devia revelar Deus tanto aos homens como aos anjos. Ele era a Palavra de Deus — o pensamento de Deus tornado audível. Em Sua oração pelos discípulos, diz: “Eu lhes fiz conhecer o Teu nome” — misericordioso e piedoso, tardio em iras e grande em beneficência e verdade — “para que o amor com que Me tens amado esteja neles, e Eu neles esteja”. João 17:23. Mas não somente a Seus filhos nascidos na Terra era feita essa revelação. Nosso pequenino mundo é o livro de estudo do Universo. O maravilhoso desígnio de graça do Senhor, o mistério do amor que redime, é o tema para que “os anjos desejam bem atentar”, e será seu estudo através dos séculos sem fim. Mas os seres remidos e os não caídos encontrarão na cruz de Cristo sua ciência e seu cântico. Ver-se-á que a glória que resplandece na face de Jesus Cristo é a glória do abnegado amor. À luz do Calvário se patenteará que a lei do amor que renuncia é a lei da vida para a Terra e o Céu; que o amor que “não busca os seus interesses” (1 Coríntios 13:5) tem sua fonte no coração de Deus; e que no manso e humilde Jesus se manifesta o caráter dAquele que habita na luz inacessível ao homem.” DTN 9.2

“A visível presença de Cristo estava prestes a ser retirada dos discípulos, mas uma nova dotação de poder lhes pertenceria. O Espírito Santo ser-lhes-ia dado em Sua plenitude, selando-os para a sua obra.” AA 19.3

“O Salvador sabia que nenhum argumento, embora lógico, enterneceria corações endurecidos ou atravessaria a crosta da mundanidade e do egoísmo. Sabia que os discípulos precisavam receber o dom celestial; que o evangelho só seria eficaz se proclamado por corações aquecidos e lábios tornados eloqüentes pelo vivo conhecimento dAquele que é o caminho, a verdade e a vida. A obra comissionada aos discípulos iria requerer grande eficiência, porque a onda do mal corria profunda e forte contra eles. Um vigilante e determinado líder estava no comando das forças das trevas, e os seguidores de Cristo somente poderiam batalhar pelo direito com o auxílio que Deus, pelo Seu Espírito, lhes daria.” AA 19.5

Sexta, 10 de Abril

Estudo Adicional

“Com fortes, esperançosas palavras concluiu o Salvador Suas instruções. Depois vazou a opressão de Sua alma em oração pelos discípulos. Erguendo os olhos ao céu, disse: “Pai, é chegada a hora; glorifica a Teu Filho, para que também o Teu Filho Te glorifique a Ti; assim como Lhe deste poder sobre toda a carne, para que dê a vida eterna a todos quantos Lhe deste. E a vida eterna é esta: que Te conheçam, a Ti só, por único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste”. João 17:1-3.” DTN 482.4

“Cristo concluíra a obra que Lhe fora dada a fazer. Glorificara a Deus na Terra. Manifestara o nome do Pai. Reunira os que haviam de continuar Sua obra entre os homens. E disse: “E, neles, Eu sou glorificado”. João 17:10. “E Eu já não estou mais no mundo; mas eles estão no mundo, e Eu vou para Ti. Pai santo, guarda em Teu nome aqueles que Me deste, para que sejam um assim como Nós.” “E não rogo somente por eles, mas também por aqueles que pela sua palavra hão de crer em Mim; para que todos sejam um, [...] Eu neles, e Tu em Mim, para que eles sejam perfeitos em unidade, e para que o mundo conheça que Tu Me enviaste a Mim, e que os tens amado a eles como Me tens amado a Mim”. João 17:11, 20, 23.” DTN 483.1

“Assim, na linguagem de quem possui autoridade divina, Cristo entrega Sua igreja eleita nos braços do Pai. Como consagrado sumo sacerdote, intercede por Seu povo. Como fiel pastor, reúne Seu rebanho à sombra do Todo-poderoso, no forte e seguro refúgio. Quanto a Si, aguarda-O a última batalha com Satanás, e Ele sai a enfrentá-la.” DTN 483.2