“E não somente isto, mas também nos gloriamos nas tribulações; sabendo que a tribulação produz a paciência, e a paciência a experiência, e a experiência a esperança; e a esperança não nos envergonha, porque o amor de Deus está derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que é dado a nós.” BKJ — Romanos 5:3-5
“Augsburgo fora designada como o lugar para o processo, e o reformador partiu a pé para fazer a viagem até lá. Alimentavam-se sérios temores a seu respeito. Fizeram-se abertamente ameaças de que ele seria agarrado e assassinado no caminho, e seus amigos rogaram-lhe que se não aventurasse. Solicitaram-lhe mesmo que durante algum tempo saísse de Wittenberg e procurasse segurança com os que de bom grado o protegeriam. Ele, porém, não queria deixar a posição em que Deus o colocara. Deveria continuar fielmente a manter a verdade, apesar das procelas que sobre ele se abatiam. Sua expressão era: ‘Sou como Jeremias, homem de lutas e contendas; mas, quanto mais aumentam suas ameaças, mais cresce a minha alegria. ... Já destruíram minha honra e reputação. Uma única coisa permanece: meu desprezível corpo; que o tomem, abreviarão assim, por algumas horas, a minha vida. Mas, quanta a minha alma, não a podem tomar. Aquele que deseja proclamar a verdade de Cristo ao mundo, deve esperar a morte a cada momento.’ — D’Aubigné. —Ibid., b. 4, ch. 4.” GC 134.3
Leia o relato da tempestade em Marcos 4:35-41. Que lições sobre fé encontramos nesse episódio?
“Como Jesus descansou pela fé no cuidado do Pai, assim devemos repousar no de nosso Salvador. Houvessem os discípulos confiado nEle, e ter-se-iam conservado calmos. Seu temor, no tempo do perigo, revelava-lhes a incredulidade. Em seu esforço para se salvarem, esqueceram a Jesus; e foi apenas quando, desesperando de si mesmos, se voltaram para Ele, que os pôde socorrer.” DTN 233.2
“Quantas vezes se repete em nós a experiência dos discípulos Quando as tempestades das tentações se levantam, e fuzilam os terríveis relâmpagos, e as ondas se avolumam por sobre nossa cabeça, sozinhos combatemos contra a tormenta, esquecendo-nos de que existe Alguém que nos pode valer. Confiamos em nossa própria força até que nos foge a esperança, e vemo-nos quase a perecer. Lembramo-nos então de Jesus, e se O invocarmos para nos salvar, não o faremos em vão. Embora nos reprove magoado a incredulidade e a confiança em nós mesmos, nunca deixa de nos conceder o auxílio de que necessitamos. Seja em terra ou no mar, se, temos no coração o Salvador, nada há a temer. A fé viva no Redentor serena o mar da vida, e Ele nos guardará do perigo pela maneira que sabe ser a melhor.” DTN 233.3
“Outra lição espiritual há neste milagre de acalmar a tempestade. A vida de todo homem testifica da veracidade das palavras da Escritura: “Os ímpios são como o mar bravo, que se não pode aquietar. [...] Os ímpios, diz o meu Deus, não têm paz”. Isaías 57:20, 21. O pecado destruiu-nos a paz. E enquanto o eu não é subjugado, não podemos encontrar repouso. As paixões dominantes do coração, poder algum humano pode sujeitar. Somos aí tão impotentes, quanto os discípulos para acalmar a esbravejante tempestade. Mas Aquele que mandou aquietarem-se as ondas da Galiléia, proferiu para cada alma a palavra de paz. Por mais furiosa que seja a tormenta, os que para Jesus se volverem com o grito: “Senhor, salva-nos”, encontrarão livramento. Sua graça, que reconcilia a alma com Deus, acaba com a luta da paixão humana, e em Seu amor encontra paz o coração. “Faz cessar a tormenta, e acalmam-se as ondas. Então se alegram com a bonança; e Ele assim os leva ao porto desejado”. Salmos 107:29, 30. “Sendo pois justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo.” “E o efeito da justiça será paz, e a operação da justiça repouso e segurança, para sempre”. Romanos 5:1; Isaías 32:17. DTN 233.4
Leia Marcos 5:21-34. O que aconteceu? E que lições podemos aprender com isso?
“De caminho para a casa do príncipe, Jesus encontrara, entre a multidão, uma pobre mulher que, por doze anos, sofrera de um mal que lhe tornava um fardo a existência. Consumira todos os seus recursos com médicos e remédios, para ser afinal declarada incurável. Reviveu-lhe, porém, a esperança, ao ouvir falar das curas operadas por Cristo. Teve a certeza de que se tão-somente pudesse ir ter com Ele, havia de recobrar a saúde. Fraca e sofrendo chegou à beira-mar, onde Ele estava ensinando, e tentou romper a multidão, mas em vão. Novamente O seguiu da casa de Levi Mateus, mas foi-lhe outra vez impossível chegar até Ele. Começara a desesperar quando, abrindo caminho por entre o povo, Ele chegou perto de onde ela se achava.” DTN 239.1
“Ali estava a áurea oportunidade. Achava-se em presença do grande Médico! Em meio da confusão, porém, não Lhe podia falar, nem vê-Lo senão de relance. Temendo perder seu único ensejo de cura, forcejou por adiantar-se, dizendo de si para si: “Se eu tão-somente tocar o Seu vestido, ficarei sã”. Mateus 9:21. Quando Ele ia passando, ela avançou, conseguindo tocar-Lhe, de leve, na orla do vestido. No mesmo instante, todavia, sentiu que estava sã. Concentrara-se, naquele único toque, toda a fé de sua vida e, num momento, a doença e a fraqueza deram lugar ao vigor da perfeita saúde.” DTN 239.2
“Cheia de gratidão, buscou retirar-se dentre o povo; mas Jesus deteve-Se de repente, e o povo parou com Ele. Voltou-Se e, numa voz distintamente ouvida acima do burburinho da multidão, indagou: “Quem é que Me tocou?” Lucas 8:45. O povo respondeu a essa pergunta com uma expressão de surpresa. Impelido de todos os lados, rudemente comprimido daqui e dali, como Ele estava, parecia essa uma estranha interrogação.” DTN 239.3
“Pedro, sempre pronto a falar, disse: “Mestre, a multidão Te aperta e Te oprime, e dizes: Quem é que Me tocou?” Jesus respondeu: “Alguém Me tocou, porque bem conheci que de Mim saiu virtude.” O Salvador podia distinguir o toque da fé, do casual contato da turba descuidosa. Essa confiança não devia passar sem comentário. Queria dirigir à humilde mulher palavras de conforto, que lhe serviriam de fonte de alegria — palavras que seriam uma bênção aos Seus seguidores até ao fim dos séculos.” DTN 239.4
“Olhando para a mulher, Jesus insistiu em saber quem O tocara. Vendo ela que era inútil querer ocultar-se, adiantou-se tremendo e lançou-se-Lhe aos pés. Com lágrimas de gratidão, contou a história de seus sofrimentos e como encontrara alívio. Jesus disse brandamente: “Tem bom ânimo, filha, a tua fé te salvou; vai em paz”. Lucas 8:48. Ele não deu nenhum ensejo para que a superstição pretendesse haver virtude curadora no simples toque de Suas vestes. Não fora pelo contato exterior com Ele, mas por meio da fé que se firmava em Seu poder divino, que se operara a cura.” DTN 239.5
“A turba admirada que se comprimia em torno de Jesus, não sentira nenhum acréscimo de poder vital. Mas, quando a sofredora mulher estendeu a mão para tocá-Lo, crendo que se restabeleceria, experimentou a vivificadora virtude. Assim nas coisas espirituais. Falar de religião de maneira casual, orar sem ter a alma faminta e viva fé, nada aproveita. A fé nominal em Cristo, que O aceita apenas como o Salvador do mundo, não pode nunca trazer cura à alma. A fé que opera salvação, não é mero assentimento espiritual à verdade. Aquele que espera inteiro conhecimento antes de exercer fé, não pode receber bênção de Deus. Não basta crer no que se diz acerca de Cristo; devemos crer nEle. A única fé que nos beneficiará, é a que O abraça como Salvador pessoal; que se apropria de Seus méritos. Muitos têm a fé como uma opinião. A fé salvadora é um ajuste pelo qual aqueles que recebem a Cristo se unem a Deus em concerto. Fé genuína é vida. Uma fé viva significa acréscimo de vigor, segura confiança pela qual a alma se torna uma força vitoriosa.” DTN 240.1
“Após a cura da mulher, Jesus desejava que ela reconhecesse a bênção que recebera. Os dons oferecidos pelo evangelho não devem ser adquiridos às furtadelas, nem fruídos em segredo. Assim o Senhor nos chama a confessar Sua bondade. “Vós sois as Minhas testemunhas, diz o Senhor; Eu sou Deus”. Isaías 43:12. DTN 240.2
Como Jó respondeu? Leia Jó 19:23-27; 23:8-12
“Das profundezas do desencorajamento e desânimo Jó se levanta para as alturas da implícita confiança na misericórdia e o poder salvador de Deus. Triunfantemente declarou: PR 80.4
“‘Ainda que Ele me mate, nEle esperarei; [...] Também isto será a minha salvação’. Jó 13:15, 16. PR 80.5
“‘Por que eu sei que o meu Redentor vive, e que por fim Se levantará sobre a Terra.
E depois de consumida a minha pele, ainda em minha carne verei a Deus. Vê-Lo-ei por mim mesmo, e os meus olhos, e não outros, O verão”. Jó 19:25-27. PR 80.6
“‘Depois disto o Senhor respondeu a Jó dum redemoinho’ (Jó 38:1), e revelou a Seu servo a força do Seu poder. Quando Jó teve um vislumbre de seu Criador, abominou-se a si mesmo, e se arrependeu no pó e na cinza. Então o Senhor pôde abençoá-lo abundantemente, e fazer os seus últimos dias os melhores de sua vida.”’ PR 80.7
“Esperança e coragem são essenciais ao perfeito serviço para Deus. Esses são frutos da fé. O desânimo é pecaminoso e irrazoável. Deus está em condições e disposto a outorgar a Seus servos “mais abundantemente” a força de que necessitam para a tentação e prova. Os planos dos inimigos de Sua obra podem parecer bem assentados e firmemente estabelecidos; mas Deus pode subverter os mais fortes deles. E isto Ele faz em seu devido tempo e maneira, quando vê que a fé de Seus servos foi suficientemente testada.” PR 80.8
“Para o desalentado há um seguro remédio — fé, oração e trabalho. Fé e atividade proverão segurança e satisfação que hão de aumentar dia após dia. Estais tentados a dar guarida a sentimentos de ansiedade ou obstinado desânimo? Nos dias mais negros, quando as aparências parecem mais agressivas, não temais. Tende fé em Deus. Ele conhece vossas necessidades; possui todo o poder. Seu infinito amor e compaixão são incansáveis. Não temais que Ele deixe de cumprir Sua promessa. Ele é eterna verdade. Jamais mudará o concerto que fez com os que O amam. E concederá a Seus fiéis servos a medida de eficiência que suas necessidades requerem. O apóstolo Paulo testificou: “E disse-me: A Minha graça te basta, porque o Meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. [...] Pelo que sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias por amor de Deus. Porque quando estou fraco, então sou forte”. 2 Coríntios 12:9, 10. PR 80.9
Leia Lucas 24:13-27. Descreva os dois pontos de vista da cena: dos discípulos e de Jesus.
“Não haviam andado muito quando se lhes juntou um Estranho, mas tão absorvidos se achavam em sua negra decepção que não O observaram muito. Continuaram em sua conversa, externando os pensamentos de seu coração. Raciocinavam sobre as lições que Cristo lhes dera e que pareciam incapazes de compreender. Enquanto falavam sobre os acontecimentos que se haviam desenrolado, Jesus anelava consolá-los. Testemunhara-lhes a dor; compreendera as contraditórias idéias que lhes traziam à mente o pensamento: pode esse Homem que consentiu em que assim O humilhassem, ser o Cristo? Irreprimível era sua dor, e choravam. Jesus sabia que o coração deles Lhe estava unido pelo amor, e almejava enxugar-lhes as lágrimas, e enchê-los de alegria e contentamento. Devia, porém, dar-lhes lições que nunca haveriam de esquecer.” DTN 562.2
“‘Ele lhes disse: Que palavras são essas que, caminhando, trocais entre vós, e por que estais tristes? E, respondendo um cujo nome era Cléopas, disse: És Tu só peregrino em Jerusalém, e não sabes as coisas que nela têm sucedido nestes dias?’ Lucas 24:17, 18. Contaram-Lhe sua decepção quanto a Seu Mestre, “varão profeta, poderoso em obras e palavras diante de Deus e de todo o povo”; mas “os principais dos sacerdotes e os nossos príncipes”, disseram, “O entregaram à condenação de morte, e O crucificaram”. Coração ferido pela decepção, lábios trêmulos, ajuntaram: “E nós esperávamos que fosse Ele o que remisse Israel; mas agora, sobre tudo isso, é já hoje o terceiro dia desde que essas coisas aconteceram”. Lucas 24:19-21. DTN 562.3
“É estranho que os discípulos não se lembrassem das palavras de Cristo, e não compreendessem que Ele predissera os acontecimentos que se desenrolaram. Não percebiam que a última parte de Sua predição se verificaria do mesmo modo que a primeira, e que ao terceiro dia Ele ressuscitaria. Esta era a parte que deviam ter recordado. Os sacerdotes e os príncipes não o esqueceram. No dia “depois da preparação, reuniram-se os príncipes dos sacerdotes e os fariseus em casa de Pilatos, dizendo: Senhor, lembramo-nos de que aquele enganador, vivendo ainda, disse: Depois de três dias ressuscitarei”. Mateus 27:62, 63. Mas os discípulos não lembraram essas palavras.” DTN 562.3
“‘E Ele lhes disse: Ó néscios, e tardos de coração para crer tudo o que os profetas disseram! Porventura não convinha que o Cristo padecesse estas coisas e entrasse na Sua glória?’ Lucas 24:25, 26. Os discípulos cogitavam quem poderia ser esse Estranho, que lhes penetrava a alma e falava com tal calor, ternura e simpatia, e ao mesmo tempo com tanta esperança. Pela primeira vez, depois de Cristo haver sido entregue, começaram a sentir-se esperançosos. Olhavam muitas vezes, cheios de interesse, para seu Companheiro e pensavam que Suas palavras eram exatamente as que Cristo haveria dito. Estavam cheios de pasmo, e o coração começou a pulsar-lhes com jubilosa expectativa.” DTN 563.1
“Começando com Moisés, o próprio Alfa da história bíblica, Cristo expôs em todas as Escrituras as coisas que Lhe diziam respeito. Houvesse primeiro Se manifestado a eles, e seu coração teria ficado satisfeito. Na plenitude de seu regozijo não teriam ambicionado nada mais. Mas era-lhes necessário compreender os testemunhos dados a respeito dEle pelos símbolos e profecias do Antigo Testamento. Sobre estes devia estabelecer-se sua fé. Cristo não operou nenhum milagre para os convencer, mas foi Seu primeiro trabalho o explicar-lhes as Escrituras. Haviam considerado Sua morte a ruína de todas as suas esperanças. Agora Ele lhes mostrou pelos profetas que ali se achava a mais vigorosa prova de sua fé.” DTN 563.2
“Vi então um grandíssimo número de anjos trazerem da cidade gloriosas coroas, sendo uma para cada santo, com seu nome escrito na mesma. Pedindo Jesus as coroas aos anjos, apresentaram-nas a Ele, e com Sua própria destra o adorável Jesus as colocou sobre a cabeça dos santos. Do mesmo modo os anjos trouxeram as harpas, e Jesus apresentou-as também aos santos. Os anjos dirigentes desferiram em primeiro lugar o tom, e então todas as vozes se alçaram em louvor grato e feliz, e todas as mãos habilmente deslizaram sobre as cordas da harpa, emanando uma música melodiosa, com acordes abundantes e perfeitos. Vi então Jesus conduzir a multidão dos remidos à porta da cidade. Lançou mão da porta e girou-a sobre os seus resplandecentes gonzos, e mandou entrarem as nações que haviam observado a verdade. Dentro da cidade havia tudo para deleitar a vista. Contemplavam por toda parte uma copiosa glória. Então Jesus olhou para os Seus santos remidos; seus rostos estavam radiantes de glória; e, fixando Seu olhar amorável sobre eles, disse com Sua preciosa e melodiosa voz: “Vejo o trabalho de Minha alma, e estou satisfeito. Esta opulenta glória é vossa, para a gozardes eternamente. Vossas tristezas estão terminadas. Não mais haverá morte, nem tristeza, nem pranto; tampouco haverá mais dor.” Vi a hoste dos remidos prostrar-se e lançar suas coroas brilhantes aos pés de Jesus; e então, levantando-os com Sua mão amorável, tocaram as harpas de ouro, e encheram o Céu todo com sua rica música e com cânticos ao Cordeiro.” PE 288.1
“Vi então Jesus levando Seu povo à árvore da vida, e novamente ouvimos Sua adorável voz, mais preciosa do que qualquer música que já tenha caído em ouvidos mortais, dizendo: “As folhas da árvore são para a cura dos povos. Comei todos dela.” Belíssimo fruto estava na árvore da vida, do qual os santos poderiam participar livremente. Na cidade havia um trono gloriosíssimo, do qual provinha um rio puro de água da vida, claro como cristal. Em cada lado deste rio estava a árvore da vida, e nas margens do rio havia outras belas árvores, produzindo fruto que era bom para alimento.” PE 289.1
“A linguagem é demasiadamente fraca para tentar uma descrição do Céu. Apresentando-se diante de mim aquela cena, fico inteiramente absorta. Enlevada pelo insuperável esplendor e excelente glória, deponho a pena e exclamo: “Oh, que amor! que amor maravilhoso!” A linguagem mais exaltada não consegue descrever a glória do Céu, ou as profundidades incomparáveis do amor de um Salvador.” PE 289.2
“Muitos há que não têm mais esperança. Dai-lhes novamente a luz do Sol. Muitos perderam o ânimo. Dizei-lhes palavras de conforto. Orai por eles. Há os que carecem do pão da vida. Lede-lhes da Palavra de Deus. Muitos padecem de uma enfermidade da alma que bálsamo nenhum pode restaurar, médico algum curar. Orai por essas pessoas, encaminhai-as a Jesus. Contai-lhes que há um bálsamo e um Médico em Gileade.” PJ 227.5
“A luz é uma bênção, bênção universal que difunde seus tesouros sobre o mundo ingrato, ímpio e desmoralizado. Assim é com a luz do Sol da Justiça. Envolta, como está, nas trevas do pecado, aflição e padecimento, toda a Terra precisa ser iluminada com o conhecimento do amor de Deus. Nenhuma seita ou classe deve ser impedida de receber a luz que refulge do trono celeste.” PJ 227.6
“A mensagem de esperança e misericórdia tem que ser levada aos confins da Terra. Quem quiser pode aproximar-se, tomar do poder de Deus e fazer paz com Ele, e Ele fará paz. Não mais devem os pagãos estar envoltos em trevas da meia-noite. A escuridão deve desaparecer diante dos brilhantes raios do Sol da Justiça. O poder do inferno foi vencido.” PJ 228.1