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Lição 3, 3º Trimestre – 11 a 17 de Julho de 2026.

Unidade em Cristo

Theme

Sábado à tarde, 11 de Julho

Verso para memorizar:

“Rogo-vos, porém, irmãos, pelo nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que digais todos uma mesma coisa, e que não haja divisões entre vós; antes, sejais perfeitamente unidos, em uma mesma mente e em um mesmo julgamento.” BKJ — 1 Coríntios 1:10
Lembre-se de que “Satanás vive e está ativo; todos os dias precisamos clamar fervorosamente a Deus por ajuda e força para resistir a ele. Enquanto Satanás reinar, teremos o ego para subjugar e tentações para superar. Não há ponto de parada, nenhum momento em que possamos dizer que alcançamos a plenitude.
“A vida cristã é uma constante marcha avante. Jesus Se coloca como refinador e purificador de Seu povo; e quando Sua imagem estiver perfeitamente refletida neles, eles estarão perfeitos e santos, e preparados para a trasladação. Exige-se do cristão uma obra perfeita. Somos exortados a purificar-nos “de toda a imundícia da carne e do espírito, aperfeiçoando a santificação no temor de Deus”. 2 Coríntios 7:1. Aí vemos onde está a grande obra. Há um trabalho contínuo para o cristão. Toda vara da videira-mãe tem de tirar dela vida e força, a fim de dar fruto. João 15:4.” T1 340.4
É imperativo, portanto, que todo crente na Verdade Presente ensine e pratique apenas a Verdade Presente — não ensine menos nem mais do que o que está publicado; não incorpore nela interpretações ou construções particulares, teorias e ideias; e não faça nada a menos nem a mais do que o que a mensagem exige.

Domingo, 12 de Julho

O problema das “panelinhas” na igreja

Leia 1 Coríntios 1:12-17. Como esse trecho mostra o absurdo que é formar “panelinhas” em torno de líderes locais? Qual é a solução proposta por Paulo?
“Na primitiva igreja cristã havia alguns que recusavam reconhecer a Paulo ou a Apolo, mas consideravam Pedro seu guia. Afirmavam que Pedro tinha estado na maior intimidade de Cristo quando o Mestre esteve na Terra, ao passo que Paulo fora um perseguidor dos crentes. Suas opiniões e sentimentos estavam atados ao preconceito. Não mostravam a liberalidade, a generosidade, a brandura que revelam estar Cristo habitando no coração. AA 148.2
“Havia o perigo desse espírito de partidarismo resultar em grande mal para a igreja cristã; e Paulo foi instruído pelo Senhor a usar palavras de fervente admoestação e solene protesto. Aos que diziam: “Eu sou de Paulo; e, Eu de Apolo; e, Eu de Cefas; e, Eu de Cristo”, o apóstolo interroga: “Está Cristo dividido? Foi Paulo crucificado por vós? ou fostes vós batizados em nome de Paulo” (1Co 1:12, 13). “Ninguém se glorie nos homens”, suplicou ele. “Porque tudo é vosso; seja Paulo, seja Apolo, seja Cefas, seja o mundo, seja a vida, seja a morte, seja o presente, seja o futuro, tudo é vosso, e vós de Cristo, e Cristo de Deus” (1Co 3:21-23). AA 148.3
“Paulo e Apolo estavam em perfeita harmonia. O último ficou desapontado e magoado por causa da dissensão na igreja de Corinto; não tirou vantagem da preferência a ele mostrada, nem a encorajou, mas apressadamente deixou o campo da contenda. Quando mais tarde Paulo insistiu com ele para que tornasse a visitar Corinto, ele declinou, e não voltou a trabalhar ali por muito tempo, até que a igreja tivesse alcançado melhor estado espiritual.” AA 148.4
Leia Romanos 1:29; 13:13; 1 Coríntios 3:3; 2 Coríntios 12:20; e Gálatas 5:20. Quais outros pecados são listados juntamente com eris (“brigas”, “discórdias”)? O que isso revela sobre a gravidade desse mal?
“Nesta carta Paulo se esforçou para mostrar aos coríntios o poder de Cristo para guardá-los do mal. Para ajudá-los a romper com a escravidão do pecado, Paulo apelou para a reivindicação d’Aquele a quem haviam dedicado suas vidas: ‘Vocês não são de vocês mesmos; foram comprados por preço. Portanto, glorifiquem a Deus em seu corpo.’ TT 163.25
“Paulo exortou que controlassem as paixões e desejos carnais. Despertou sua melhor natureza e os inspirou a buscar uma vida mais elevada. Sabia que, a cada passo no caminho cristão, os crentes de Corinto seriam enfrentados por Satanás e que teriam de travar combates diários. Precisariam reprimir velhos hábitos e inclinações naturais, sempre vigilantes em oração. Mas Paulo também sabia que em Cristo crucificado lhes era oferecido poder suficiente para capacitá-los a resistir a todas as tentações do mal.” TT 163.3
“Os crentes de Corinto haviam visto apenas os primeiros raios do amanhecer da glória de Deus. O desejo de Paulo para eles era que pudessem prosseguir no conhecimento d’Aquele cuja vinda é preparada como a manhã, e aprender com Ele até que chegassem ao pleno meio-dia de uma fé evangélica perfeita.” TT 163.4

Segunda-feira, 13 de Julho

Centrados em Jesus

Leia 1 Coríntios 1:10. O que Paulo quis dizer com a orientação: “Sejam unidos no mesmo modo de pensar e num mesmo propósito”?
“Trabalhemos com ardor em prol da união. Oremos e trabalhemos para alcançá-la. Ela nos produzirá saúde espiritual, elevação de pensamento, nobreza de caráter, mentalidade celestial que nos capacitará para vencer o egoísmo e as ruins suspeitas, e a ser mais do que vencedores por Aquele que nos amou e a Si mesmo Se deu por nós. Crucifiquemos o eu; consideremos os outros superiores a nós; e assim realizaremos a unidade em Cristo. Perante o Universo celestial, bem como a igreja e o mundo, daremos prova indiscutível de que somos filhos e filhas de Deus. Deus será glorificado através de nosso exemplo. T9 188.1
“O milagre que o mundo necessita ver é o que une o coração dos filhos de Deus, uns aos outros, por um amor cristão. Precisa ver os do povo do Senhor assentados juntos no lugares celestiais em Cristo. Não quereremos dar através de nossa vida uma prova do que a verdade divina pode fazer em favor dos que O amam e servem? Deus sabe o que poderemos chegar a ser. Sabe o que a divina graça pode fazer em nosso favor, se nos tornarmos participantes da natureza divina.” T9 188.2
“‘Rogo-vos, porém, irmãos, pelo nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que digais todos uma mesma coisa, e que não haja entre vós dissensões; antes sejais unidos em um mesmo sentido e em um mesmo parecer.’ 1 Coríntios 1:10. T5 236.1
“A união é força; a divisão, fraqueza. Quando se acham unidos os que crêem na verdade presente, exercem poderosa influência. Satanás bem compreende isso. Nunca se achou mais determinado do que agora para tornar de nenhum efeito a verdade de Deus, causando amargura e dissensão entre o povo do Senhor.” T5 236.2

Terça-feira, 14 de julho

Sabedoria e Maturidade

Leia 1 Coríntios 3:1-4. Como Paulo descreveu a imaturidade espiritual dos coríntios?
“Durante o ano e meio que Paulo permanecera em Corinto, propositadamente apresentara o evangelho em sua simplicidade. “Não foi com sublimidade de palavras ou de sabedoria” que ele se havia apresentado aos coríntios; mas com temor e tremor, e “em demonstração de espírito e de poder” havia ele declarado “o testemunho de Deus” para que sua fé “não se apoiasse em sabedoria de homens, mas no poder de Deus” (1Co 2:1, 4, 5). AA 143.5
“Paulo havia necessariamente adaptado sua maneira de ensinar às condições da igreja. “E eu, irmãos, não vos pude falar como a espirituais”, explicou-lhes mais tarde, “mas como a carnais, como a meninos em Cristo. Com leite vos criei, e não com manjar, porque ainda não podíeis, nem tão pouco ainda agora podeis” (1Co 3:1, 2). Muitos dos crentes coríntios haviam sido tardos em aprender as lições que ele procurava lhes ensinar. Seu progresso no conhecimento espiritual não havia sido proporcional a seus privilégios e oportunidades. Quando deviam estar muito adiantados na experiência cristã, e capazes de compreender e praticar as profundas verdades da Palavra, ainda estavam onde estiveram os discípulos quando Cristo lhes dissera: “Ainda tenho muito que vos dizer, mas vós não o podeis suportar agora” (Jo 16:12). Inveja, desconfianças e acusações haviam fechado o coração de muitos dos crentes coríntios para uma completa obra do Espírito Santo, o qual “penetra todas as coisas, ainda as profundezas de Deus” (1Co 2:10). Sábios como pudessem ser em conhecimentos seculares, eram não obstante meninos no conhecimento de Cristo. AA 143.6
“Tinha sido a obra de Paulo instruir os conversos coríntios nos rudimentos, o próprio alfabeto, da fé cristã. Havia ele sido obrigado a instruí-los como a pessoas ignorantes das operações do poder divino sobre o coração. A esse tempo eram eles incapazes de compreender os mistérios da salvação; pois “o homem natural não compreende as coisas do Espírito de Deus, porque lhe parecem loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente” (1Co 2:14). Paulo tinha procurado semear a semente que outros deviam regar. Os que viessem depois dele deviam continuar a obra do ponto em que ele a havia deixado, proporcionando luz e conhecimento espirituais no tempo devido, conforme a igreja fosse capaz de compreender.” AA 144.1

Quarta-feira, 15 de Julho

Servir como Cristo

Leia 1 Coríntios 4:1, 2. Que visão correta devemos ter a respeito de líderes humanos?
“‘Requer-se nos despenseiros que cada um se ache fiel.’ 1 Coríntios 4:2. Se a honestidade é um princípio essencial nos negócios da vida, não deveríamos reconhecer nossa obrigação para com Deus, obrigação esta que se acha na base de todas as outras? Ed 139.1
“De acordo com as condições de nossa mordomia, temos obrigação não somente para com Deus mas também para com o homem. Todo ser humano deve os dons da vida ao infinito amor do Redentor. Alimento, roupa e abrigo, bem como o corpo, o espírito e a alma, tudo são aquisição de Seu sangue. Pelo dever de gratidão e serviço, assim imposto, Cristo nos ligou a nossos semelhantes. Ele nos ordena: “Servi-vos uns aos outros.” Gálatas 5:13. “Quando o fizestes a um destes Meus pequeninos irmãos, a Mim o fizestes.” Mateus 25:40. Ed 139.2
“‘Eu sou devedor’, disse Paulo, ‘tanto a gregos como a bárbaros, tanto a sábios como a ignorantes’. Romanos 1:14. Assim também nós. Em virtude de tudo que tornou nossa vida mais abençoada do que a dos outros, achamo-nos colocados em obrigação para com todo ser humano a quem podemos beneficiar. Ed 139.3
“Estas verdades não se destinam mais ao gabinete particular do que ao escritório comercial. Os bens que manuseamos não são nossos propriamente, e jamais se poderia, sem más conseqüências, perder de vista este fato. Não somos senão despenseiros, e do desempenho de nossa obrigação para com Deus e o homem, depende tanto o bem-estar de nossos semelhantes como nosso próprio destino nesta vida e na vindoura.” Ed 139.4
Leia Filipenses 2:5-8. Como esse texto nos ajuda a entender o que é a “mente de Cristo” (1Co 2:16)?
“Consentindo em tornar-Se homem, Cristo manifestou uma humildade que constitui a maravilha dos seres celestiais. O ato de consentir em Se tornar homem não seria humilhação, não fosse a exaltada preexistência de Cristo. Temos de abrir nosso entendimento a fim de compreender que Cristo pós de lado Suas vestes reais, Sua real coroa, Seu alto comando, e revestiu de humanidade a Sua divindade, a fim de que pudesse ir ao encontro do homem onde este se achava, e trazer à família humana o poder moral necessário para tornarem-se filhos e filhas de Deus. Para redimir o homem, Cristo tornou-Se obediente até à morte, e morte de cruz.” ME1 243.3
A influência da verdade sobre a consciência e o coração - Diz o salmista: “A revelação das Tuas palavras esclarece, e dá entendimento aos simples.” Salmos 119:130. Quando a verdade atua apenas sobre a consciência, ela cria muito desassossego; mas quando a verdade é convidada para adentrar o coração, o ser todo é levado em cativeiro a Jesus Cristo. Os próprios pensamentos são feitos cativos, pois a mente de Cristo opera onde a vontade é submetida à vontade de Deus. “Tende em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus.” Filipenses 2:5. Aquele a quem o Senhor liberta é de fato livre, e não pode ser levado em servil cativeiro do pecado. — Manuscrito 67, 1894. MCP1 324.3

Quinta-feira, 16 de julho

Estilo de vida que reflete a cruz

Leia 2 Coríntios 11:23-28 e Colossenses 1:24. O que esses textos ensinam sobre o significado de sofrer por amor a Cristo?
“Estas histórias são de interesse vital. A ninguém são elas de maior importância do que aos jovens. Moisés renunciou a um reino em perspectiva; Paulo, às vantagens da riqueza e honra entre seu povo, para levarem uma vida de pesados encargos no serviço de Deus. A muitas pessoas a vida destes homens parece ser de renúncia e sacrifício. Foi realmente assim? Moisés considerava o vitupério de Cristo maiores riquezas do que os tesouros do Egito. Ele assim considerava porque assim era. Paulo declarou: “O que para mim era ganho, reputei-o perda por Cristo. E, na verdade, tenho também por perda todas as coisas, pela excelência do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; pelo qual sofri a perda de todas estas coisas, e as considero como esterco, para que possa ganhar a Cristo.” Filipenses 3:7, 8. Ele estava satisfeito com sua escolha. Ed 68.3
“Paulo também era em seus múltiplos labores protegido pelo poder mantenedor de Sua presença. “Posso todas as coisas”, disse ele, “nAquele que me fortalece.” “Quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação, ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome, ou a nudez, ou o perigo, ou a espada?... Mas em todas estas coisas somos mais do que vencedores, por Aquele que nos amou. Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir, nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra coisa nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor.” Filipenses 4:13; Romanos 8:35-39. Ed 69.3
“Havia, contudo, uma alegria futura para a qual Paulo olhava como a recompensa de seus trabalhos — a mesma alegria por causa da qual Cristo suportou a cruz e desdenhou a ignomínia — alegria esta de ver o fruto de Seu trabalho. “Qual é a nossa esperança, ou gozo, ou coroa de glória?” escreveu ele aos conversos de Tessalônica. “Porventura não o sois vós também diante de nosso Senhor Jesus Cristo em Sua vinda? Na verdade vós sois a nossa glória e gozo.” 1 Tessalonicenses 2:19, 20. Ed 70.1
“Quem poderá calcular os resultados dos trabalhos de Paulo, para o mundo? De todas estas benéficas influências que aliviam o sofrimento, que confortam a tristeza, que restringem o mal, que erguem a vida de sua condição egoísta e sensual, e a glorificam com a esperança da imortalidade, quanto se deve aos trabalhos de Paulo e de seus cooperadores, quando, com o evangelho do Filho de Deus, fizeram sua silenciosa viagem da Ásia às praias da Europa? Ed 70.2
“O que não valerá a uma vida o ter sido o instrumento de Deus em pôr em ação tais influências abençoadoras? O que não valerá na eternidade testemunhar os resultados de um tal trabalho?” Ed 70.3

Sexta-feira, 17 de Julho

Estudo Adicional

“Portanto, sendo os filhos de Deus um em Cristo, como considera Jesus as classes, as distinções sociais, a separação do homem de seus semelhantes, por causa da cor, da raça, posição, riqueza, nascimento ou realizações? O segredo da unidade encontra-se na igualdade entre os crentes em Cristo. A razão de todas as divisões, discórdias e diferenças encontra-se na separação de Cristo. Cristo é o centro para o qual todos devem ser atraídos; pois quanto mais nos aproximamos do centro, tanto mais nos aproximaremos uns dos outros em sentimento, em simpatia, em amor, crescendo no caráter e imagem de Jesus. Para Deus não há acepção de pessoas. ME1 259.2
“Jesus conhecia o nenhum valor das pompas terrestres, e não dava atenção a sua ostentação. Em Sua dignidade de alma, Sua elevação de caráter, Sua nobreza de princípio, estava Ele muito acima dos vãos costumes do mundo. Embora o profeta O descreva como “desprezado, e o mais indigno entre os homens, homem de dores, e experimentado nos trabalhos” (Isaías 53:3), poderia Ele ter sido estimado como o mais elevado entre os nobres da Terra. Os melhores círculos da sociedade humana tê-Lo-iam cortejado, se Ele tivesse condescendido em aceitar o seu favor, mas não desejava os aplausos dos homens, e agia independente de toda a influência humana. Riqueza, posição, categoria mundana em todas as suas variedades e distinções de grandeza humana, eram tudo outros tantos graus de pequenez para Aquele que deixara as honras e a glória do Céu, e que não possuía brilho terrestre, não condescendia com luxo algum e não ostentava adorno senão a humildade. ME1 259.3
“Os humildes, os presos à pobreza, premidos por cuidados, sobrecarregados de trabalhos, não encontravam em Sua vida razão e exemplo que os levasse a pensar que Jesus não fosse experimentado em suas provas, não conhecesse a pressão de suas circunstâncias, e não Se compadecesse deles em suas necessidades e tristezas. A modéstia de Sua humilde vida diária estava em harmonia com Seu humilde nascimento e circunstâncias. O Filho do Deus infinito, senhor da vida e da glória, desceu em humilhação à vida dos mais baixos, a fim de que ninguém se sentisse excluído de Sua presença. Tornou-Se Ele acessível a todos. Não selecionava uns poucos favorecidos, para com eles Se associar, passando por alto os demais. Quando o conservadorismo exclui os homens de seus semelhantes, especialmente quando esse conservadorismo se encontra entre os que professam ser filhos de Deus, isto entristece ao Espírito divino. ME1 260.1
“Cristo veio para dar ao mundo um exemplo do que poderia ser a humanidade perfeita, quando unida à divindade. Apresentou ao mundo um novo aspecto de grandeza em Sua exibição de misericórdia, compaixão e amor. Deu aos homens uma nova interpretação de Deus. Como Criador da humanidade, ensinou aos homens lições na ciência do governo divino, pelas quais revelou a razão da reconciliação entre a misericórdia e a justiça. Esta reconciliação não envolvia nenhum compromisso com o pecado, nem passava por alto nenhuma reivindicação da justiça; mas dando a cada atributo divino o lugar que lhe era ordenado, pôde a misericórdia ser exercida na punição do homem pecador e impenitente, sem destruir a sua clemência nem perder seu caráter compassivo, e pôde ser exercida a justiça em perdoar ao transgressor arrependido, sem violar a integridade dela.” ME1 260.2

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