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Lição 7, 3º Trimestre – 8 a 14 de Agosto de 2026

O Retrato do Amor

Theme

Sábado à tarde, Date

Verso para memorizar:

“E agora permanecem a fé, a esperança e a caridade, estas três; mas a maior destas é a caridade.” BKJ — 1 Coríntios 13:13
Para derrotar o Inimigo e manter a unidade e a harmonia, que cada crente cesse de criticar seus irmãos; que preste atenção aos próprios passos e não aos deles; que reconheça que eles têm a mesma oportunidade que ele de distinguir o certo do errado; que assuma sua própria responsabilidade e não a deles; que os estime mais do que a si mesmo; e que não faça nem diga nada que não gostaria que fizessem ou dissessem a ele.
Que cada um compreenda, assim como Paulo, que a caridade — a tolerância movida pelo amor — é a mais indispensável, urgente e elevada de todas as conquistas:
“‘O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece; não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal; não folga com a injustiça, mas folga com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.’ [1 Coríntios 13:4-7]. Por meio de Seu apóstolo inspirado, Cristo nos apresentou a medida do caráter que é imbuído com o amor de Cristo. Devemos trazer em nós as marcas de Cristo; devemos ter a Sua semelhança. Este exemplo nos é dado para que saibamos as possibilidades, as alturas que podemos alcançar em e através de Cristo. O padrão que Ele apresenta é a perfeição n’Ele, e por meio de Seus méritos podemos alcançá-la. Ficamos aquém porque nos contentamos em olhar para as coisas terrenas em vez das celestiais. É contemplando Cristo que somos transformados de glória em glória. O olhar que vê apenas as coisas comuns precisa ser elevado. ‘Porque agora vemos por espelho em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei como também sou conhecido. Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três; mas o maior destes é o amor.” [1 Coríntios 13:12-13, ACF] - (14LtMs, Lt 102, 1899, par. 4)

Domingo, 9 de Agosto

O caráter essencial do amor

Leia 1 Coríntios 13. Resuma o que esse capítulo nos ensina sobre o amor.
“É somente por meio de interesse altruísta por aqueles que estão em necessidade de auxílio que damos uma demonstração prática das verdades do evangelho. “Se um irmão ou uma irmã estiverem carecidos de roupa e necessitados do alimento cotidiano, e qualquer dentre vós lhes disser: Ide em paz, aquecei-vos e fartai-vos, sem, contudo, lhes dar o necessário para o corpo, qual é o proveito disso? Assim também a fé, se não tiver obras, por si só está morta.” Tiago 2:15-17. “Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três; porém o maior destes é o amor.” 1 Coríntios 13:13. RH March 4, 1902, par. 10. E Recebereis Poder 243.4
“Muito mais do que o mero apelar está incluído na pregação do evangelho. Deve-se esclarecer os ignorantes, erguer os desanimados, curar os enfermos. A voz humana precisa desempenhar a sua parte na obra de Deus. Palavras de bondade, simpatia e amor devem dar testemunho da verdade. Orações fervorosas e sinceras devem aproximar os anjos.” RH March 4, 1902, par. 11. E Recebereis Poder 243.5
Leia Mateus 24:12. Que alerta Jesus nos dá nesse verso?
“O Senhor Jesus, no Monte das Oliveiras, declarou positivamente que “por se multiplicar a iniqüidade, o amor de muitos esfriará”. Mateus 24:12. Ele fala de uma classe de pessoas que caíram de elevado estado de espiritualidade. Que declarações dessa natureza nos impressionem o coração com solene e penetrante poder. Onde está o fervor, a devoção a Deus, que corresponde à grandeza da verdade que professamos crer? O amor do mundo, o amor de algum pecado predileto, tem privado o coração do amor da oração e da meditação nas coisas sagradas. Conserva-se uma rotina formal de cultos; mas onde está o amor de Jesus? A espiritualidade vai perecendo. Há de este torpor, esta lamentável decadência, ser perpetuada? Há de a lâmpada da verdade bruxulear e extinguir-se em trevas, por não ser novamente cheia de óleo da graça?” T5 538.2
“Muitos fixam os olhos na terrível impiedade que existe em torno deles, a apostasia e fraqueza de todos os lados, e falam sobre essas coisas até que o coração se lhes enche de tristeza e dúvida. Conservam especialmente na imaginação a magistral operação do arquienganador, e pensam nos aspectos desanimadores de sua vida, ao passo que parecem perder de vista o poder do Pai celeste e Seu incomparável amor. Tudo isso é justamente o que Satanás quer. É um erro pensar no inimigo da justiça como revestido de tão grande poder, quando tão pouco demoramos no amor de Deus e em Sua força. Precisamos falar no poder de Cristo. Somos indizivelmente impotentes para nos salvar das garras de Satanás; Deus, porém, indicou um meio de escape. O Filho do Altíssimo tem poder para combater o combate por nós, e “por Aquele que nos amou”, podemos sair “mais que vencedores”. Romanos 8:37. T5 741.1

Segunda-feira, 10 de Agosto

O que o amor faz

“Temos abundante sermonear. O que é mais necessário ... é amor pelas pessoas que perecem, o amor que vem em ricas torrentes do trono de Deus. O verdadeiro cristianismo difunde o amor por todo o ser. Ele atinge todas as partes vitais: o cérebro, o coração, as mãos auxiliadoras, os pés, habilitando as pessoas a permanecer firmemente onde Deus requer que permaneçam, para que não façam caminhos tortuosos para os pés, a fim de que não se extravie o que é manco. O ardente e consumidor amor de Cristo pelas pessoas que perecem é a vida de todo o sistema do cristianismo. Exaltai-O 147.2
“Qual é a interpretação que a Bíblia faz de Deus? “Deus é amor.” 1 João 4:8. Dando Cristo ao nosso mundo, Deus manifestou Seu amor pela humanidade. “Deus amou o mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito, para que todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” João 3:16. Sim, “vida eterna”. Este é o amor que constitui o cumprimento da lei. Só aquele cujo coração está cheio de compaixão pelo homem caído, que ama com um objetivo em vista, manifestando o seu amor pela realização de atos semelhantes aos de Cristo, poderá suportar a visão dAquele que é invisível. Só quem ama os seus semelhantes com um objetivo em vista pode conhecer a Deus. Quem não ama aqueles pelos quais o Pai tem feito tanta coisa não conhece a Deus. Esta é a razão por que há tão pouca vitalidade genuína em nossas igrejas. A teologia é inútil se não estiver saturada do amor de Cristo. Exaltai-O 147.3
“Deus é supremo. Seu amor no coração humano conduzirá à realização de obras que produzirão fruto à semelhança do caráter de Deus. ... Exaltai-O 147.4
“‘O amor é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece, não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal; não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade.” 1 Coríntios 13:4-6. Ó benditas folhas da árvore da vida! “Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três: porém o maior destes é o amor.’” 1 Coríntios 13:13. Exaltai-O 147.5

Terça-feira, 11 de Agosto

O que o amor não faz

Leia novamente 1 Coríntios 13:4-7. Por que Paulo menciona características negativas do amor, e não apenas positivas?
“Não importa quão alta seja a profissão, aquele cujo coração não está cheio de amor a Deus e aos semelhantes, não é verdadeiro discípulo de Cristo. Embora possua grande fé, e tenha poder mesmo para operar milagres, todavia sem amor sua fé será de nenhuma valia. Poderá ostentar grande liberalidade; mas se ele por qualquer outro motivo que não o genuíno amor, entregar todos os seus bens para sustento dos pobres, o ato não o recomendará ao favor de Deus. Em seu zelo, poderia mesmo sofrer a morte de mártir, mas não sendo impulsionado por amor, seria considerado por Deus como iludido entusiasta, ou ambicioso hipócrita.” AA 166.4
“‘A caridade é sofredora, é benigna; a caridade não é invejosa; a caridade não trata com leviandade, não se ensoberbece’ (1Co 13:4). A mais pura alegria jorra da mais profunda humilhação. O caráter mais forte e mais nobre é construído sobre o fundamento da paciência, do amor e da submissão à vontade de Deus. AA 166.5
“A caridade “não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal” (1Co 13:5). Amor igual ao de Cristo atribui a mais favorável das intenções aos motivos e atos dos outros. Não expõe desnecessariamente suas faltas; não ouve com avidez relatórios desfavoráveis, mas antes procura trazer à mente as boas qualidades de outros. AA 166.6
“O amor “não folga com a injustiça, mas folga com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta”. Este amor “nunca falha” (1Co 13:6-8). Jamais perde seu valor; é um atributo celestial. Como precioso tesouro, será levado por seu possuidor através das portas da cidade de Deus.” AA 167.1

Quarta-feira, 12 de Agosto

Retrato de Jesus

Leia João 13:1, 34; 15:9, 12; 1 Timóteo 1:14; 2 Timóteo 1:7, 13; 1 João 3:16; 4:7-12, 19-21. O que esses textos nos ensinam sobre o amor?
“Achava-Se agora na sombra da cruz, e a dor torturava-Lhe o coração. Sabia que seria abandonado na hora de ser entregue. Sabia que, pelo mais humilhante processo a que se submetiam os criminosos, seria condenado à morte. Conhecia a ingratidão e crueldade daqueles a quem viera salvar. Sabia quão grande o sacrifício que devia fazer, e para quantos seria ele em vão. Sabendo tudo quanto se achava diante de Si, poderia ser naturalmente esmagado ao pensamento da própria humilhação e sofrimento. Mas olhou aos doze, os quais estiveram com Ele como Seus mesmos, e que, depois de Sua vergonha e dor, e passados os dolorosos maus-tratos, seriam deixados a lutar no mundo. O pensamento do que Ele próprio deveria sofrer estava sempre relacionado com os discípulos em Seu espírito. Não pensava em Si mesmo. O cuidado por eles era o que predominava em Sua mente.” DTN 455.5
“Não devemos meramente amar nosso próximo como a nós mesmos; devemos amar uns aos outros como Cristo nos amou.” Filhas de Deus 68.2
“Cristo ordenara aos primeiros discípulos amarem-se uns aos outros como Ele os amara a eles. Assim deviam dar testemunho ao mundo de que Cristo estava formado neles, a esperança da glória. “Um novo mandamento vos dou”, disse Ele, “que vos ameis uns aos outros” (Jo 13:34). Ao tempo em que essas palavras foram pronunciadas, os discípulos não as puderam compreender; mas depois de haverem testemunhado os sofrimentos de Cristo, depois de Sua crucificação, ressurreição e ascensão ao Céu, e após haver o Espírito Santo repousado sobre eles no dia do Pentecostes, tiveram mais clara compreensão do amor de Deus, e da natureza desse amor que deviam possuir uns pelos outros.” AA 284.3
“Sobre o sentido especial em que este amor deveria ser manifestado pelos crentes, escreve o apóstolo: ‘Outra vez vos escrevo um mandamento novo, que é verdadeiro nEle e em vós; porque vão passando as trevas, e já a verdadeira luz alumia. Aquele que diz que está na luz, e aborrece a seu irmão, até agora está em trevas. Aquele que ama a seu irmão está na luz, e nele não há escândalo. Mas aquele que aborrece a seu irmão está em trevas, e anda em trevas, e não sabe para onde deva ir; porque as trevas lhe cegaram os olhos.’ I João 2:8-11. “Porque esta é a mensagem que ouvimos desde o princípio: que nos amemos uns aos outros.” I João 1:5. ‘Quem não ama a seu irmão permanece na morte. Qualquer que aborrece a seu irmão é homicida. E vós sabeis que nenhum homicida tem permanecente nele a vida eterna. Conhecemos a caridade nisto: que Ele deu a Sua vida por nós, e nós devemos dar a vida pelos irmãos.’” I João 3:14-16. AA 285.2

Quinta-feira, 13 de Agosto

Fé, esperança e amor

“O dia de solene confiança e de sagradas responsabilidades é nosso. Temos uma obra a fazer para Deus. Grande luz está brilhando sobre nós, a qual devemos difundir a todos aqueles com quem entramos em contato, não iniciando imediatamente discussões sobre assuntos doutrinários, mas aprendendo a falar das lições de Cristo. Sede prudentes e sábios ao lidar com as almas pelas quais Cristo pagou o preço de Seu próprio precioso sangue. Está a verdade, a verdade avançada que recebemos, produzindo em nosso próprio coração os frutos da paciência, da fé, da esperança e da caridade, e deixando assim sua influência salvadora sobre as mentes humanas, revelando que somos ramos da Videira verdadeira porque produzimos ricos cachos de frutos?” TSA 30.3
“São manifestadas a integridade e a amabilidade de caráter, bem como sólidas realizações no crescimento cristão? Nunca desanimeis em vossos esforços para salvar almas, porque aqueles que foram educados no erro e nas trevas não respondem imediatamente aos vossos esforços. Deveis mostrar que sois obreiros de Deus, que nunca devem desfalecer nem desanimar. A compaixão e a paciência semelhantes às de Cristo, manifestadas, revelarão àqueles com quem vos associais que tendes uma viva ligação com Deus, que sois puros de coração, ternos nas palavras, sinceros e fervorosos de espírito.” TSA 30.4
“Esse Espírito de Cristo abrirá caminho em meio à grosseira ignorância que encontrareis. Mas lembrai-vos das palavras de Cristo: ‘sem mim nada podereis fazer.’ Não basta falar prontamente sobre assuntos controvertidos; Deus chama homens cujo coração tenha sido moldado segundo a semelhança divina. Por meio da verdade santificadora podemos oferecer a outros o cálice da salvação. Por meio de um firme apego a Deus, de uma vida de oração unida à fé perseverante, a verdade abrirá caminho através do que aparentemente são impossibilidades.” TSA 30.5
“Não estaremos falando daquilo que não pode ser feito, mas daquilo que pode ser feito. ‘Avante’, é a palavra do nosso Líder.” TSA 31.1

Sexta-feira, 14 de Agosto

Estudo Adicional

“Os princípios e as próprias palavras do ensino do Salvador permaneceram, em sua divina beleza, na memória do discípulo amado. Até seus últimos dias, a preocupação do testemunho do apóstolo às igrejas, era: ‘Esta é a mensagem que ouvistes desde o princípio: que nos amemos uns aos outros.’ ‘Conhecemos a caridade nisto: que Ele deu a Sua vida por nós, e nós devemos dar a vida pelos irmãos’. 1 João 3:11, 16. DTN 385.3
“‘Era esse o espírito que dominava a igreja primitiva. Depois do derramamento do Espírito Santo, “era um o coração e a alma dos que criam, e ninguém dizia que coisa alguma do que possuía era sua própria”. “Nem havia entre eles necessitado algum.’ ‘E os apóstolos davam, com grande poder, testemunho da ressurreição do Senhor Jesus, e em todos eles havia abundante graça’. Atos dos Apóstolos 4:32, 34, 33.” DTN 385.4

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